Acho que “Miami Ink” é uma das poucas séries que eu ainda paro pra ver. Perdi o hábito de acompanhar qualquer coisa que não sejam os jogos Flamengo.
Nem todo mundo é fera ali. Eu gosto mesmo do trabalho do Chris Garver e da Kat Von D. Eventualmente o Darren manda bem, mas de resto é legal ver as histórias e as pilhas que todos põem no aprendiz imbecil Yoji.
Na primeira temporada um dos integrantes originais (acho que o Darren) quebrou o braço – e o pessoal resolveu chamar um tatuador substituto. Foi quando apareceu uma menina de Hollywood chamada Kat.
Ela nunca se entendeu muito bem com os caras, principalmente com o Ami. Mas aos poucos foi tendo seu trabalho exposto e cada vez mais admirado.
Ela é boa mesmo. Talvez seja a melhor ali…
Quando eu resolvi passar o final de ano na Florida com a minha família (estou indo daqui a 25 dias), eu mandei e-mail para ver se agendava uma tattoo com ela. Não foi possível, porque soube que ela brigou de vez e saiu do Miami Ink.
Agora Kat abriu sua própria loja em Hollywood chamada “High Voltage” e lançou o programa L.A. Ink, que ao contrário da versão original, tem mais mulheres tatuando do que homens.
Dizem que em 2008 esse seriado vai pintar por aqui.
Enquanto isso resolveram colocar Kat como sex symbol. A Playboy convidou a mamuta tatuada para tirar a roupa, mas parece que ela não topou.
Acho que seria no mínimo curioso…

