Archive for March, 2008

Tim Maia e o estado alterado da percepção.

Monday, March 31st, 2008

Semana passada eu estava conversando com o meu amigo Marcelo Nogueira da área de Criação aqui da agência sobre o livro do Tim Maia, que eu tinha acabado de ler.

O assunto era rico, porque a vida do Tim Maia é uma insanidade sem fim – e o livro que o Nelson Motta escreveu é ótimo. Nós dois gostamos da biografia – e parou por aí a nossa “concordância”.

Teve um ponto da conversa, que derivamos sobre outra questão, muito diferente das epopéias do gordão gente fina da Tijuca. Tim era um compulsivo em tudo na vida – principalmente com comida e drogas.

Eu falei pro Nogueira que achava que se não tivesse sido assim, ele não teria sido o Tim Maia do Brasil. Todos esses excessos eram necessários para que ele virasse um mito e um verdadeiro ícone da musica brasileira.

Fundamentei o meu argumento incluindo outros nomes de célebres artistas, famosos por seus excessos com as drogas: Kurt Cobain, Janis Joplin, Jim Morisson, Jimi Hendrix, Andy Warhol, Renato Russo, Cazuza, etc.

Nogueira foi de uma sinceridade cortante: ele me acusou de “romântico”. Não que isso me ofenda, mas fiquei perturbado com a situação e retruquei, dizendo que não tinha nada a ver com romantismo. Eu achava que os “excessos” eram uma forma de algumas pessoas libertarem o seu melhor, no melhor estilo “living on the edge”.

Ele discorda em gênero, número e grau da minha opinião. O Nogueira acha que isso pode ter limitado o potencial do artista, além de ter abreviado a sua vida.

Isso vindo de um profissional que eu admiro e que está habituado a criar sob enorme pressão – onde a lucidez é uma das suas principais ferramentas de trabalho – é, no mínimo, um grande argumento para que eu reflita melhor sobre o assunto.

O vício aumenta a sensibilidade ou limita a capacidade?

O bluesman Robert Johnson disse que para escrever suas melhores canções, ele precisava estar sofrendo. Não sei se isso estava associado ao consumo de algum tipo de droga, mas certamente é um estado alterado dos sentidos.

No final das contas, acho que a inspiração pode ter muito a ver com o excesso (ou escassez) de serotonina com uso (ou não) de “aditivos”.

Ahhh…e leiam o livro do Nelson Motta, porque é “totalmente excelente”.

Para finalizar, um vídeo legal do nosso “síndico”.

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White Stripes X The Raconteurs

Monday, March 24th, 2008

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Eu sempre fiz a maior força para gostar do White Stripes.

É cool gostar de White Stripes e existem um monte de razões para isso.

Eles são alternativos até o caroço. Não são um quinteto, um quarteto ou mesmo um clássico power trio. Eles são um improvável duo de rock. Não são dois compositores, eles levam esse formato para o palco, com suas carências e vazios naturais, sem direito a overdubs e samples eletrônicos.

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Aumentando ainda mais o magnetismo…eles são um par. Um cara e uma menina que vivem longe do mainstream. Dizem que são irmãos, mas já ouvi dizer que tem algo mais entre os dois. O que gera mais curiosidade. Rock é subversão, porra!!

A menina Meg é baterista, introspectiva, contida. Ela não está nem nunca esteve no foco dos paparazzis, ela não freqüenta os red carpets e não passa recibo. Jack White é guitarrista, tecladista, vocalista, multimídia, compositor explosivo, diz que não gosta dos holofotes, mas vive no olho do furacão.

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Cenário perfeito.

Mas então o que falta?

Música.

Com raríssimas exceções, a obra do White Stripes é chata e previsível. É uma viagem egocêntrica de Jack White, que é um bom guitarrista, mas que vive em crise de identidade, querendo provar que é mais do que realmente é.

Já tinha desistido do White Stripes, quando no começo do ano passado conheci “The Raconteurs”, que é a parceria de Jack White com o bom Brendan Benson (ouça o disco dele “The Alternative To Love”).

A princípio parecia ser uma banda de estúdio, sem maiores pretensões – apesar das ótimas composições do disco de estréia “Broken Boy Soldiers”. Jack White não parecia ser o tipo de cara disposto a largar o seu trabalho próprio para dividir as luzes com um outro (ou com outros músicos). Cheirinho de truque de uma gravadora.

E eu errei feio.

Nesse último final de semana eu ouvi o bootleg (não oficial) gravado no final de 2006 no Apollo Theater, em Manchester. Excelente. Surpreendente. É uma pena que Meg, a coelhinha baterista não esteja lá (mas musicalmente isso não faz a mais puta diferença, porque o batera do Raconteurs é muito bom).

Jack exagera, é verdade. Mas ao lado de Brendan Benson, a coisa funciona muito bem.

Vazou o novo disco deles na web. Ainda não tive a oportunidade de ouvir. Assim que fizer isso, complementarei esse post.

Fui.

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04/abril/2008

Eu fiquei devendo uma satisfação sobre o disco novo do Raconteurs, né?

Então…

“Consolers Of The Lonely” é realmente diferente do primeiro disco. As principais novidades são pitadas de country, tem umas baladinhas e até naipes de metais em uma ou duas músicas.

Mas o que eu mais gosto são as músicas mais nervosas, como “Five On The Five”, “Attention” e “Hold Up”. A faixa de abertura também vale à pena. Chama-se “Salute Your Solution”.

Raconteurs é uma banda de rock clássico, com claras referências aos anos 70 – e ainda assim soa moderna, capaz de ser a grande tendência do rock para esse ano de 2008.

Espero vê-los em ação aqui no Brasil.

A Life 4 Sale

Tuesday, March 18th, 2008

Um australiano resolveu leiloar a sua vida no Ebay.

Não…não é um leilão suicida, mas o que esse cara resolveu fazer é algo que todo mundo já pensou em fazer, pelo menos durante alguns instantes.

A história é simples: aos 44 anos, o casamento de Ian Usher acabou e ele resolveu se livrar de absolutamente TUDO, de uma só vez.

Eu admiro muito um cara desses. Ao invés de se afundar em crises depressivas e ter que gastar uma fortuna em sertralinas e buspironas, ele resolveu curar a sua enorme tristeza com uma dose cavalar de atitude e coragem.

Não parece ser um golpe de marketing – é só uma história bacana de uma pessoa que conseguiu tudo que queria em termos materiais (casa, carro, moto, jet ski, etc) e em termos sentimentais (foi profundamente apaixonado pela mulher e construiu tudo ao lado dela). Agora ele quer apenas se livrar de tudo que possa causar-lhe alguma amarga lembrança, inclusive o seu próprio emprego. Parece muito justo, não?

<a href="http://youtube.com/watch?v=vb9B21alPGw">http://youtube.com/watch?v=vb9B21alPGw</a>

O leilão vai durar 100 dias e está dividido nas seguintes seções: “estilo de vida”, “veículos”, “amigos” e “casa e conteúdo”.

O cara conta a sua história completa no site http://www.alife4sale.com

Ian quer pegar a grana do leilão e sair pelo mundo absolutamente sem destino.

Eu acho que é esse tipo de gente que acaba sendo feliz.

Eliot Bobão

Saturday, March 15th, 2008

Eliot Spitzer, o governador de Nova York renunciou ao cargo por ter se envolvido com uma prostituta em uma viagem de negócios a Washington.

A acusação é que ele (casado e pai de 3 filhos) envolveu-se com uma rede de prostituição. A leitura correta é a seguinte: o cara tomou umas a mais e foi parar em um puteiro de alto nível. Para não perder a viagem, resolveu traçar uma mocinha interessante de 22 anos. Só que a Polícia Federal descobriu e fez com que ele se sentisse pressionado a entregar o cargo.

(more…)

“CELEBRIDADES”: old school

Friday, March 14th, 2008

Sharon Stone
Precisa falar da Sharon Stone? Eu acho que essa dispensa comentários. Ela é protagonista de uma das melhores cenas da história. Você sabe qual, não é? Pelo amor de Deus…

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A loiraça fatal é estopim aceso – fetiche de 10 entre 10 homens que tenham 30 anos de idade ou mais. Dona Sharon atualmente está com 50 e recentemente vi umas fotos bem caídas dela. Mas pra mim ela continua a Sharon Stone dos anos 90 e é por isso que ela está encabeçando essa lista. O melhor filme dela é o thriller de Paul Verhoeven “Basic Instinct”. Ao longo dos anos 90, ela fez outros EXCELENTES filmes. Você poderá apreciar SS atuando (sempre muito bem) em: “Sliver” (com um dos Baldwin), “Intersection” (com Richard Gere), o western “The Quick And The Dead” (com Gene Hackman, Russel Crowe e Leo diCaprio), a obra prima de Scorsese “Casino” (com Bob Deniro, James Woods e Joe Pesci) e Diabolique (com Isabelle Adjani).

 

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Madeleine Stowe
Definitivamente as minhas listas não são previsíveis. Eu poderia listar a Kim Bassinger aqui. Ou então a Marylin Monroe, ou a incrível Brigitte Bardot, a Bo Derek (nota 10), Jane Fonda ou alguma outra dessas estrelas ultra sexys. Todas essas que eu falei, realmente são demais. Mas hoje eu vou de Madeleine Stowe – que você provavelmente não deve conhecer. Mas deixe que eu faça as honras da casa…
Conterrânea de Sharon Stone, com 5 décadas de vida, Madeleine também “estourou” nos anos 90. Tem uma seqüência de ótimos filmes: “Short Cuts” (1993), “Blink” (1994), “12 Monkeys” (1995), “The General´s Daughter” (1999).
Um outro bom filme, não listado nessa seqüência é o western “Bad Girls” (1994) ao lado de Drew Barrymore, Mary Stuart Masterson e Andie MacDowell. Blockbuster!

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Meg Ryan
Meg Ryan é a Maitê Proença gringa. Rainha de alguns dos (melhores) filmes água com açucar, a loirinha com aquele jeito inofensivo e desprotegido, sempre atraiu a minha atenção. Margareth foi aquela adolescente linda que era rainha de bailes de formatura, a princesinha da sala, etc. Como nos filmes, a donzela sempre acaba com o quarterback do time de futebol da sala, ela foi casada por muito tempo com o ogro Dennis Quaid – que faz bem esse estilo Capitão Caverna. Um belo dia ela resolveu ser mais ousada e deu uma bola nas costas de Mr. Quaid e pegou o Russel Crowe (que faz do Shrek praticamente uma donzela). Meg só parece boazinha…

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Michelle Pfeiffer
Michelle Pfeiffer é clássica. O seu primeiro grande papel foi em “Scarface” (1983), ultra sensual. Fui ver essa obra prima de Brian De Palma somente 4 anos depois de seu lançamento. Aí passei a cultuar essa loura em alguns filmes típicos do Supercine. No cinema pude ver seu talento no filme “Susie & The Baker Boys” (quando ela me conquistou também como cantora), “Frankie & Johnny”com Al Pacino, “Batman Returns” (como a deliciosa mulher gato), entre varios outros. Michelle não freqüenta as notícias de tablóides sensacionalistas – e sua presença aqui no Bullshitando esteve ameaçada por causa disso. Mas não dá para resistir à loura mais bonita de Hollywood da década de 80.

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Julianne Moore
Confesso que eu fiquei em dúvida entre Jodie Foster e Julianne Moore. Mas uma lista de beldades hollywoodianas não poderia deixar de ter uma ruivinha. E, para mim, essa é a melhor ruiva de todos os tempos. Estilosa e charmosa, Julianne Moore já não é mais nenhuma menina (tem 47 anos) e por isso entrou na lista das minhas divas “Old School”. É difícil escolher um papel que eu tenha mais gostado. Ela fez vários filmes. Talvez eu fique com “Boogie Nights” ou “The Big Lebowski”. Tem também o papel de esposa do moribundo em “Magnolia” ou em “Hannibal”, quando ela teve o difícil papel de suceder Jodie Foster como a detetive Clarice. É difícil escolher, mas isso já é uma boa justificativa da sua presença nessa lista.

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“CELEBRIDADES”: b-sides

Wednesday, March 5th, 2008

Kate Hudson
Essa lourinha mignon é filha da atriz Goldie Hawn com Bill Hudson e criada pelo padrasto Kurt Russell. Foi casada por alguns anos com o bizarro Chris Robinson – vocalista da (excelente) banda Black Crowes. Seu filme mais bacana é o excelente “Almost Famous”, no papel de Penny Lane (ela ganhou um Globo de Ouro com esse papel) e também a boa comédia “How To Lose a Guy in 10 days”. Kate é uma princesinha sempre alto astral e sorridente. É, sem dúvida, uma das minhas preferidas. É uma espécie de super trunfo da lista, porque gringa usando biquininho não é todo dia que a gente vê. E essa, mesmo sendo pequenina…”entrega o bife”.

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Heather Graham
Heather Graham tem lugar cativo no meu mutante TOP 10 de todas as atrizes de Hollywood. Isso já é uma verdadeira honraria concedida a poucas, muito poucas. Essa paixão 100% sincera começou em “Even The Cowgirls Get The Blues”, quando ela contracenou com a adorável mamuta-mor Uma Thurman. Depois ela foi a impagável Roller Girl, na obra prima “Boogie Nights”. Um ano mais tarde (em 1999) Heather foi a namorada inglesa de Austin Powers, na comédia que dispensa comentários. Um outro filme – de baixíssimo orçamento – mas que merece ser visto é “Killing Me Softly”, onde ela destila o melhor de seu “talento”, como você pode ver em algumas fotos abaixo. Espetacular, Heather…espetaculaaaaaaaar… Mas talento mesmo é a cena do youtube aí abaixo. Pode clicar com força…e clique nos thumbnails também, porque vale a pena!

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Julia Stiles
Ok, ok…eu duvido que você conheça Julia Stiles. Ela tem jeitinho de primeira namorada…toda meiguinha, toda princesinha. A moça fez um monte de filme bobo para adolescentes. Eu, como um bom doente mental, fui totalmente abduzido pelo seu charme infinito. O seu sorriso é a coisa mais foda do mundo. Pra resumir a conversa, a Julia Stiles é como se fosse a Julia Roberts, só que com duas toneladas de charme a mais e com várias doses a menos de talento – o que convenhamos não importa tanto assim.
Acho que a primeira vez que a vi foi em 2000, no romance agüinha com açúcar “Down To You”. Vamos combinar que esses filmes sempre são bem chatinhos porque são filmes de menina, mas na mesma proporção da chatisse, sempre existe algum benefício. Um ano depois ela fez o “Save The Last Dance”. A mesma coisa: filme bobinho, chatinho…mas com Julia Stiles sorrindo o tempo todo. Vale o ingresso e ainda sobra um bom troco pra tomar uma overdose de Haagen Dazs de doce de leite. Por fim, outro romance – beeeeem melhor que esses dois – foi “A Guy Thing”, de 2003. Além de Julia Stiles, tem também a Selma Blair. Como? Você não conhece a Selma Blair??? Puetz…é só continuar a ler esse post…

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Selma Blair
Tão “b-sides” quanto Julia Stiles (listada aí acima), é Selma Blair. E, como acho inaceitável uma lista ter apenas louras, fiz questão de trazer essa moreninha. Assim como descrevi a Julia, Selma não faz o estilo “fatal”, ela é aquele tipo de menina que qualquer um poderia esbarrar por aí na balada. Ela é bem normal – e talvez isso tenha chamado tanto a minha atenção. Contrasenso? Porra…isso aqui é o Bullshitando, meu camarada!!!!!
Apenas um apelo para a nossa querida Selma: 200ml de silicone URGENTE!!!!
Quer ver essa baixinha em ação? Então anota aí os seus melhores trabalhos: o bom “Cruel Intentions” (com as ótimas Reese Whiterspoon e Sarah Michelle Gellar – veja a foto do beijo, lobo abaixo), “Legally Blonde” (de novo com a Reese Whiterspoon), “The Sweetest Thing” (ótima comédia com Cameron Diaz e Christina Applegate) e Hellboy.

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Leelee Sobieski
De cara, eu já gosto do nome dessa mamuta novaiorquina. E eu lembro muito bem da primeira vez que notei seu “talento”. Foi no filme “Eyes Wide Shut” do mestre Kubrick, quando ela com 16 anos contracenou com o Tom Cruise em uma cena sensual (na vibe Stanley Kubrick). Estilo Lolita, saca? Uma coisa…uma coooooooisa…
Aí, dois anos depois, veio o ótimo thriller “The Glass House”. Ela ganhou o papel principal de uma menina órfã que é molestada pelo padrasto adotivo, que na verdade estava tentando dar uma espécie de golpe do baú pela herança que a menina tinha direito depois da morte dos seus pais verdadeiros. Entendeu? Não? Ahhh…vai ver o filme, porque é bom – e óbvio, Leelee está lá, com suas duas bilhas azuis piscina, mega-blaster-sexy e linda.

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“CELEBRIDADES”: a lista das exóticas

Saturday, March 1st, 2008

1)      Uma Thurman
Essa poderia estar listada em qualquer categoria. Uma Thurman é uma das minhas favoritas (e também do Quentin Tarantino) em qualquer quesito possível. A loiraça de 38 anos e 1,83 de altura, tem charme de sobra para encarar qualquer uma. Seu primeiro papel relevante foi em 1988, no filme “Ligações Perigosas”, ao lado de Michelle Pfeiffer, Keanu Reeves, Glenn Close e John Malkovich. Depois disso fez dezenas de bons filmes, com destaque para Pulp Fiction e Kill Bill do mestre Tarantino. Foi indicada para dezenas de prêmios e ganhou alguns deles – mas ainda falta um Oscar na sua prateleira.

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2)      Christina Ricci
Tem gente que acha Christina Ricci esquisita. Acho que a maioria pode até achar ela feia. Mas tem algo de especial no olhar de Hello Kitty dessa baixinha californiana de 28 anos. Acostumada com a telona desde criança, com 9 anos fez “Mermaids” ao lado de Cher e Winona Ryder e um ano depois fez “Addams Family”. Em 1995, ainda criança fez o filme “Gasparzinho”. Pra mim os seus dois melhores filmes são “Black Snake Moan”, onde ela faz uma loura ninfomaníaca que é acorrentada pelo Samuel Jackson e o outro filme é o drama “The Ice Storm” ao lado de Tobey Maguire e Elijah Wood. Tem um filme dela que eu ainda não vi, que dizem ser legal, chamado “Prozac Nation”. Pra mim, Christina não combina muito com o dia. Ela é soturna, parece ter sido feita sob medida para o diretor Tim Burton.

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3)      Kirsten Dunst
Ela não é o padrão de beleza: é meio branquela e tem jeito de sujinha. Também acho que, apesar de ter feito muito sucesso com esse papel, ela não tem nada a ver com a Mary Louise Parker (namorada do homem-aranha). Acho até que Kirsten Dunst não deveria estar em filmes muito blockbusters, apesar de já ter feito um punhado deles. Eu acho que ela tem um jeito mais alternativo. Seu primeiro grande momento foi como a vampirinha no filme “Interview With The Vampire” ao lado do Tom Cruise e Brad Pitt, quando ela ganhou um Globo de Ouro aos 12 anos. Seu filmes mais legais são “The Virgin Suicides” (de Sofia Coppola), o dramalhão b-sides “Crazy Beautiful” e “Wimbledon”. Dizem que ela agora está em uma fase trash, tendo sido inclusive internada em uma clínica de reabilitação.

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4)      Britanny Murphy
O olhar expressivo de Brittany Murphy me capturou desde o primeiro momento em que a vi ao lado de Angelina Jolie e Winona Ryder no filme “Girl, Interrupted”. Dois anos depois veio o seu papel mais importante ao lado de Michael Douglas no excelente thriller “Don´t Say A Word”. Gosto também do filme “Spun”, onde ela fez parte de uma turma de adolescentes meio doidões. Tentando fugir dos papéis que a estereotiparam como débil mental ou adolescente problema, Brittany fez o papel de namorada do Eminem em “8 Mile” e a comédia “Uptown Girls”, mas não tem jeito ela é esquisita mesmo. Deliciosamente esquisita.

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5)      Lucy Liu
Nessa lista exotica, faltava um olhinho puxado e Lucy Liu é a melhor de todas nesse quesito…
Descendente de chineses, Lucy – que faz 40 anos em 2008 – nasceu em Nova Iorque. Não me lembro bem de quando eu vi Lucy Liu pela primeira vez nas telonas, mas ela chamou a minha atenção em “Charlie´s Angels”, “Chicago” e principalmente em “Kill Bill”.

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