Archive for February, 2008

“CELEBRIDADES”: a lista das óbvias

Thursday, February 28th, 2008

1) Charlize Theron:
Sul-africana de 33 anos, Charlize começou a vida como modelo fotográfica e dançarina. Alguns anos depois desembarcou em Hollywood para tentar a vida como atriz. Fez alguns filmes sem grande repercussão a partir de 1995. Seu primeiro grande papel foi no excelente “Devil’s Advocate” estrelado por Keanu Reeves. Seu grande momento como atriz, foi quando ganhou o Oscar pelo seu papel de sapata-baranga-master no filme barra-pesada “Monster”.

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2) Angelina Jolie
Antes de ser mulher do Brad Pitt e sossegar um pouco, Angelina aprontou um monte. Filha do excelente ator Jon Voight e neta de Jaqueline Bisset, ela conviveu desde cedo com o showbiz. Estudou teatro com Lee Strasberg e com 16 anos foi modelo no circuito Nova York – Londres – Los Angeles. Começou a fazer pontas em filmes de TV e em 1998 ganhou um Golden Globe como protagonista de uma minissérie da HBO. Em 1999, foi uma investigadora sexy ao lado de Denzel Washington no filme “The Bone Collector” e também fez papel de maluquinha ao lado da maluquete master Winona Ryder no ótimo filme “Girl, Interrupted” – quando ela ganhou um Oscar.

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3) Monica Bellucci
Essa espetacular morena é uma típica mamuta italiana. É a veterana na minha lista de beldades “inquestionáveis”, com 44 anos muito bem vividos. Casada com o sortudo Vincent Cassel, já fez milhares de filmes na Europa – sempre muito “à vontade”. Nos Estados Unidos, seus principais filmes foram “Drácula (de Bram Stocker)”, “Malèna” (uma espécie de Lolita ao contrário) e “Matrix Reloaded”. Mas vá em uma boa locadora e peça os filmes europeus que ela fez. É legal ver cinema europeu – e melhor ainda com a Monica Bellucci.

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4) Scarlet Johansson
Se ela não for linda, ela é sexy. Eu acho que Scarlett Johansson é linda, sexy e cool. Descendente de poloneses e dinamarqueses, essa novaiorquina é o nome do momento no cinema americano. Queridinha de Woody Allen, já estrelou bons filmes. O meu preferido é “Lost In Translations”, com Bill Murray.

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5) Cameron Diaz
Ela não é exatamente sexy. Cameron Diaz é meio molecona, mas é linda de morrer. A filha de um cubano com uma alemã, nasceu na Califórnia em 1972, saiu de casa com 16 anos e morou em um monte de lugar diferente trabalhando como modelo, voltando somente 5 anos mais tarde para fazer um papel importante na comédia “The Mask” ao lado de Jim Carrey. Quatro anos depois ela fez uma outra comédia ao lado de Ben Stiller e Matt Dillon, que é definitivamente uma das minhas preferidas: “There’s Something About Mary”.
Fez alguns outros filmes que eu também gosto bastante: “Being John Malkovich”, “Any Given Sunday”(com Al Pacino), “Feeling Minesotta” (com Keanu Reeves), “Vanilla Sky” (com Tom Cruise e Penélope Cruz), “The Sweetest Thing” (comédia com as ótimas Christina Applegate e Selma Blair). Seu maior sucesso no cinema foi “Charlie’s Angels”, com Lucy Liu e Drew Barrymore.

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“CELEBRIDADES”: introdução

Wednesday, February 27th, 2008

Em 2003 resolvi fazer o meu blog. Ele já se chamava Bullshitando, mas ficava dentro da área de Blogs do UOL (uma parte que sobrou desses textos está em http://bullshitando.zip.net). Também não tinha esse endereço e o layout bacana…

Eu não sabia muito bem sobre o que escrever e resolvi escrever sobre minisséries e filmes de Hollywood. Mas eu também não queria competir com o José Wilker nem com o Rubens Ewald Filho, então o blog até falava sobre os filmes, mas era basicamente sobre as gostosas. ;-)

Acho que no fundo, esse era um pretexto para eu ficar pesquisando pela internet as fotos das mulherada – mesmo sabendo que estaria correndo risco de vida com a “dona patroa”.

Depois de uns meses, comecei a achar o meu blog muito chato e resolvi parar de escrever sobre isso. Nessa época, também comecei a me envolver com outras atividades (virei produtor de uma banda chamada O SETE) e eu simplesmente não tinha mais nenhum tempo disponível para escrever porra nenhuma.

Voltei a escrever o blog somente em 2006, mas aí já falando “sobre um monte de coisas e sobre nada em especial”. Esse é o formato atual do Bullshitando – e que está rendendo bastante.

Eu resolvi fazer uma série especial chamada “CELEBRIDADES” lembrando os meus primeiros posts. As minhas (eventuais) leitoras desculpem esse rompante adolescente, mas o Bullshitando também é sobre isso e prometo que será uma série de curta duração (no máximo uma semana). Aos marmanjos…chegou a hora da felicidade!

Hahahaha…

Amanhã, já posto a minha primeira lista de beldades holywoodianas.

Saludos!!

Mengão e mais uma Taça Guanabara

Monday, February 25th, 2008

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Saudações rubro-negras!

Começamos bem o ano, vencendo a Taça Guanabara. Além do charme de ganhar pela 18ª vez o primeiro turno do Campeonato Carioca, temos agora a chance de dar foco na Libertadores durante os próximos 45 dias – mesmo porque já estamos na final do Estadual. E se os outros derem mole no returno, a gente ganha também a Taça Rio e resolve a parada sem ter que jogar uma finalíssima.

O jogo de ontem foi bom. Quer dizer…o segundo tempo foi bom porque no primeiro tempo, o Flamengo errou muitos passes. Culpa do Joel, que resolveu barrar o Jônatas e o Kléberson para deixar em campo dois jogadores que não acertam nenhum passe: Jaílton e Christian. O meio campo do Flamengo tem que ser: Jônatas, Toró, Kléberson e Ibson. E esse é o melhor meio de campo do Brasil, na atualidade.

Ganhar em cima do Botafogo é legal, porque a gente é campeão na véspera. Eles não conseguem se criar pra cima do Flamengo. Mesmo com um time razoável, são 15 jogos na fila. Mas confesso que preferia ser campeão em cima do Vasco ou do Fluminense – nessa ordem.

Quando eu vi um garotinho botafoguense chorando logo depois do gol do Botafogo, eu tive ainda mais certeza que seríamos campeões. Aquele choro é coisa de “loser“, assim como tinha aquela gandula chata pra caralho, que sempre chorava por causa do Botafogo. Não esqueço o nome dela: Sonja, a songa monga. 

Mas…falando sobre o Botafogo…essa choradeira deles é um saco!

Do que eles estão reclamando? A arbitragem foi ruim, é verdade. Mas foi ruim para os dois lados. Ou o pênalti não foi pênalti? Depois do gol, na confusão com o Souza, realmente acho que foi injusto expulsar o Zé Roberto. Quem deveria ter sido expulso era o insuportável goleiro uruguaio Castillo ou o Lucio Flávio, que quase bateu no juiz na marcação do pênalti. Ou – melhor – os dois. No final das contas o Lucio Flavio levou o amarelo e ficou muito barato.

Aí, dez minutos depois, novamente o descompensado Lúcio Flávio fez uma falta desclassificante no Juan (que puxava ótimo contra-ataque) e recebeu o segundo amarelo. Será que alguém acha que tenha sido injusta essa expulsão? Não é possível…

Cinco minutos depois, o zagueiro carniceiro argentino do Botafogo deu um carrinho no meio da canela do Christian. Cheguei a achar que tinha quebrado, porque foi igual ao lance do Campeonato inglês de sábado, quando quebraram um brasileiro-croata. O hermano não recebeu nem amarelo e deveria ter sido PRESO.

E o impedimento errado que ele deu quando o Obina estava cara a cara com o goleiro? O jogo ainda estava 1 a 1. Tava saindo muito cara aquela choradeira toda da cachorrada.

No final, valeu a técnica e a raça do melhor time do campeonato – com um gol de placa do Tardelli. 

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A cachorrada é vice de novo, com direito a renúncia de Bebeto de Freitas e histeria do bobo-mor Montenegro no vestiário (a alegria aumentou significativamente).

Mas o momento especial da conquista é esse vídeo do Leo Moura. Está claro que os jogadores podem amar uma camisa, podem se emocionar de verdade com uma conquista – independente de motivações financeiras.

<a href="http://youtube.com/watch?v=792f0G6dR5Q">http://youtube.com/watch?v=792f0G6dR5Q</a>

 

 

No Stairway To Heaven, Please…

Friday, February 22nd, 2008

Nos meus tempos de bandas de rock, eu sempre gastava um tempo enorme pensando em setlists e repertórios.

Nas bandas que eu toquei, costumava construir repertórios alternando as composições próprias com algumas versões de músicas conhecidas pelo grande público. Nunca tive banda de cover, para tocar parecido com o original (isso me dá náuseas).

Para a maioria dos seres humanos normais, isso pode passar despercebido, mas sempre consumiu muito do meu tempo e foi um assunto de muita pancadaria com meus companheiros de banda.

Mesmo na época que eu virei produtor/empresário, esse era um assunto que eu controlava neuroticamente. Normalmente eu “roubava” a responsabilidade de escrever o setlist para todos os integrantes. Algumas vezes eu roubava mesmo, porque botava a ordem que eu queria – e no meio do show dificilmente eles conseguiriam trocar. Eu só via o PG me procurando no backstage, com cara enfezada, louco da vida, contrariado.

É que eu acho isso fundamental. Mesmo em um show com as mesmas músicas, é totalmente possível modificar a ordem das músicas para ter resultados diferentes. Obviamente não é só a ordem que importa. A escolha das músicas é, talvez, a parte mais importante de um show.

Por que toda vez que eu vou em um bar e tem alguém tocando violão (no melhor estilo Emmerson Nogueira), o cara toca “Plush” do Stone Temple Pilots?

Porra…é óbvio que eu adoro Stone Temple Pilots e até acho que “Plush” é uma música bacana. Mas já encheu muito o saco e essa banda lançou mais meia dúzia de discos. Eles têm diversas outras músicas fantásticas. Se você que está lendo esse post toca violão para mais de uma pessoa, experimente trocar “Plush” para “Interstate Lovesong”, “Creep”, ou “Vasoline”.

Acho que algumas músicas deveriam ser proibidas de serem tocadas em shows. Eu sei que o meu amigo Gregg vai ficar puto comigo, porque ele tem um show de voz e violão, mas não resisti e fiz uma lista das 10 músicas mais previsíveis e detestáveis em bares:

1) Listen To The Music – The Doobie Brothers (aaaaaaaaarghhh!!!!)
2) Have You Ever Seen The Rain? – Creedence Clearwater Revival
3) Plush – Stone Temple Pilots
4) Wish You Were Here – Pink Floyd
5) Hotel California – Eagles
6) California Dreamin’ – The Mamas & The Papas
7) A Horse With No Name ou Ventura Highway – America
8) Baby I Love Your Way – Peter Frampton
9) More Than Words – Extreme
10) Beatles (qualquer uma)

O Gregg toca provavelmente todas essas – e ele explica que é porque o pessoal pede. Mas ainda assim, não tenho como esconder que eu ODEIO cada uma dessas músicas tocadas no violão. Ahhh…ia me esquecendo de incluir Simon & Garfunkel, na lista dos proibidos. Ficaram 11, então.

Escrevendo esse post, lembrei de uma passagem impagável do filme Waynes´ World, quando o Garth (o debilóide louro do filme), que sonhava em comprar uma Stratocaster branca. Ele passava pela loja e via aquela guitarra linda, iluminada na vitrine. Teve um dia que ele resolveu entrar na loja e experimentar a guitarra. Na exata hora que ele ia dar o primeiro acorde, o vendedor interrompeu e apontava para um aviso hilário:

“No Stairway To Heaven”

Faz total sentido.

<a href="http://youtube.com/watch?v=1HSJGj0HUn8">http://youtube.com/watch?v=1HSJGj0HUn8</a>

 

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Faz 1 hora que escrevi esse post. Estava saindo do trabalho e foi a última coisa que fiz nessa semana estafante.

Como sempre eu faço, liguei o iPod na função shuffle, botei o capacete e subi na moto.

Tocou Manic Street Preachers, Foo Fighters e…Led Zeppelin. Sabe qual música????? Stairway To Heaven.

Porra…eu fiquei arrepiado. São mais de 11.000 músicas possíveis e toca justamente essa?

Caraca…

Cuba pode sorrir, Fidel está de saída.

Wednesday, February 20th, 2008

O post que eu fiz sobre o Che Guevara é um dos mais acessados aqui do Bullshitando (LEIA AQUI). É também de longe o campeão de mensagens que são em sua grande maioria ofensivas.

Mas tudo bem, acho mesmo eu um blog não seja feito de concordâncias, mas de discordâncias – uma vez que é um lugar onde exponho as minhas idéias. E, quanto mais controverso o tema, maiores as chances de audiência aplaudir ou jogar tomate.

Ontem foi um grande dia de vitória da democracia: Fidel renunciou. O fato é histórico e não pode passarem branco. São 50 anos de ditadura e opressão que estão em jogo na ilha de Cuba. Ainda não é nítido o que irá acontecer de agora em diante. Os especialistas apostam que o parlamento irá anunciar o irmão de Fidel (Raul), como seu sucessor natural.

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Se isso acontecer, é possível que ocorram algumas pequenas mudanças econômicas, mas, no curto prazo, a opressão política deve seguir forte, apoiada por governantes como Hugo Chávez, Evo Morales e outros chefes de estados com orientação comunista.

Há outras linhas que podem chegar ao poder, abrindo gradualmente as portas de Cuba ao investimento externo – e no longo prazo – caminhando para o fim do embargo comercial com os Estados Unidos, que começou em 1962.

Não pelos Estados Unidos, mas muito mais pelo que simboliza o fim desse embargo. Seria uma demonstração clara de novos ares e de uma população pronta para o desenvolvimento. As oportunidades da liberdade nunca foram experimentadas pelos cubanos, assim como não tinham sido provadas pela antiga União Soviética e pela Alemanha Oriental.

Como eu disse antes, acho que essas mudanças acontecerão de forma gradual – mesmo porque dificilmente Fidel deixará de influenciar o comando de Cuba. Esse movimento que acaba de acontecer é apenas uma aposentadoria do chefe tirano, e já um primeiro (e grande) passo para o povo cubano voltar a ser feliz.

O que sinceramente torço para que aconteça logo é a liberdade dos presos políticos. Não dá para aceitar que um governo possa ser dono de pessoas e escravizá-las dessa forma. Mesmo que não vá para uma democracia plena, que pelo menos os direitos humanos sejam respeitados na nova Cuba.

Eu não sou analista político, mas acredito que o fato mais relevante nessa história é que cada vez mais o ideal comunista vai sendo sepultado, porque este sempre andou de mãos dadas com o totalitarismo e com a opressão.

Parafraseando o discurso da posse de Lula, mas finalmente usando-o de forma devida: a esperança pode vencer o medo.

Britney Crazy

Monday, February 18th, 2008

Eu estava pensando…todo mundo fala mal da Britney Spears, todo mundo massacra a loucura da loura, mas…numa boa…tudo isso tem um lado bem positivo. Aliás, um não: dois.

Primeiro: ela não usa seu tempo para fazer músicas. Isso poupa os nossos ouvidos daquela coisa horrorosa e incessante. Para quem não se lembra, quando ela se concentrava na música aquela praga tocava o dia inteiro.

Segundo: é muito divertido ver uma freak master a 200 por hora todos os dias da semana. Ela não tem o menor senso do ridículo e do absurdo. Ela não é modelo pra nada, não é exemplo. Britney é uma louca desvairada e isso é entretenimento puro!

Resolvi fazer uma pequena retrospectiva sobre ela, mesmo sabendo que isso não tem o menor valor para ninguém. Mas…afinal de contas, isso aqui é o Bullshitando, né? Então tá liberado!

Britney nasceu em dezembro de 1981. Com 3 anos já tinha ligação com a televisão. Aos 9 anos, fazia parte do insuportável Clube do Mickey ao lado de Justin Timberlake e Christina Aguilera.

Com 15 anos ela lançou o seu primeiro disco, que vendeu inacreditáveis 28 milhões de cópias. Aos 17 ela foi capa da Rolling Stone de short e sutiã, causando um verdadeiro rebuliço nas famílias tradicionais americanas. Aquela edição da revista acabou sendo tirada de circulação.

Anualmente ela foi lançando mais álbuns e algumas dezenas de singles. São mais de 80 milhões de álbuns vendidos e quase 60 milhões de singles. TODOS os seus discos foram Top 5 da Billboard e com 21 anos já tinha seu nome na calçada da fama.

De uma coisa ninguém pode falar: mesmo com toda perturbação mental, ela construiu a sua fortuna, centavo a centavo. Isso não tem nada a ver com justiça. Tem a ver com talento (muito diferente por exemplo da “herdeira” Paris Hilton).

Britney nasceu para ser protagonista e ela ama isso.

No VMA de 2003, ela botou pra quebrar com Madonna e Christina Aguilera, cantando “Like A Virgin”. No final da apresentação a cena do ano:

<a href="http://youtube.com/watch?v=S61Z1EYlhSE">http://youtube.com/watch?v=S61Z1EYlhSE</a>

Se de 1999 até 2004, Britney construiu boa parte da sua fortuna, de 2005 pra cá ela resolveu começar a gastá-la da forma mais alucinada possível e em um ritmo absurdo.

A doideira começou em 2004 mesmo, quando ela ficou casada por 55 horas com um amigo de infância. Frutos de uma noitada insana em Las Vegas (é considerado pelo Guiness, como o casamento mais rápido da história). Vale lembrar que nessa época ela ainda era gata, tanto é que foi eleita pela FHM como a mulher mais sexy do mundo.

Em 2005 ela casou de verdade, teve o primeiro filho. Um ano depois teve o segundo. Antes mesmo de nascer seu segundo filho, já tinha separado-se do marido. Poderia ser um drama até comum de mães solteiras, que acabam tendo que se dedicar 24 horas por dia à família. Mas com ela não foi assim. Não foram poucas as vezes ela perdeu a guarda dos filhos pequenos, por estar sempre alucinada, bêbada, chapada. Se ao menos a mãe dela conseguisse domar a filha…mas a guerra constante entre as duas, também foi um dos motivos para que as crianças fossem educadas pelo pai.

Com já disse, ela sempre esteve em papel de destaque na imprensa internacional. E nos últimos 5 anos, seus maiores desafetos e perseguidores foram os implacáveis paparazzis, com os quais ela travou guerras insanas – como o famoso incidente do guarda chuva, ou a vez em que ela raspou a cabeça imaginando que não seria mais reconhecida.

Britney enlouqueceu completamente. E, pra piorar, ela “embarangou” consideravelmente. A história não parece ter um final feliz. Pior do que as dezenas de internações em clínicas de reabilitação, no natal de 2007 ela foi levada de sua casa com uma camisa de força para o hospital, tendo sido internada em uma ala psiquiátrica.

O ano passado, assistimos a um verdadeiro festival de fotos de Britney pagando calcinha, pagando peito e até mesmo a famosa perereca pelada, isso sem falar na sua apresentação desastrosa no VMA. Fiz um pout pourri com as fotos mais escandalosas. No final das contas esse foi o real motivo de eu ter escrito esse post. ;-)

Galeria o “pior” de Britney, the craziest bitch!!

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O “Rio Ink” vem aí.

Friday, February 15th, 2008

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Por essa eu não esperava: vai rolar o Rio Ink.

 

Dizem que o programa será no mesmo estilo do Miami Ink, com as historinhas dos tatuadores e dos tatuados.

 

Tem gente dizendo que o estúdio escolhido foi o Banzai. Eu já estive lá, mas sinceramente não me identifiquei nem um pouco com o esquema deles. Acho que devem ter sido escolhidos porque eles são das antigas e porque a loja fica em Ipanema.

 

Acredito que esteja mesmo tudo definido, mas se não estiver, gostaria de fazer um apelo aos produtores do programa (a produtora Cara de Cão).

 

Há alguns anos atrás conheci um estúdio pequeno que ficava em uma casa na Tijuca, chamado Supernova. O site deles era engraçado demais e valorizava o clima de amizade entre a galera que freqüentava o lugar pra tatuar, jogar uma sinuca ou mesmo para papear.

 

Acabei indo lá para conhecer a galera e acabei fazendo algumas tatoos e amigos.

 

Marcos Ribeiro (dono do Supernova) é uma figura rara. Ele sempre tem uma boa história para contar. Artista talentosíssimo, ele já viajou boa parte do mundo tatuando. Mas o que ele consegue fazer ali no Supernova é diferente de tudo que já vi em outros estúdios que já tive a oportunidade de conhecer. O clima é fantástico e um zoa o outro o tempo todo.

 

Além do Marcos, tem um monte de gente engraçada como o louco tarja preta Rafael Plaisant, o punk Luga, o ex-aprendiz Yuri, entre outros. Todos esses, craques no traço e cheios de história pra contar.

 

Nessa foto aí os dois figuras, meus camaradas: Rafael e Marcos, chapados. ;-)

 

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Acho que o programa brasileiro deveria ter esse estilão, mais solto…menos novelinha e em um estúdio que não fosse tão pasteurizado.

 

Fica aqui o meu protesto, ou o meu pedido aos produtores. Se não funcionar, pelo menos vira propaganda gratuita para o Supernova. Conheçam o site deles AQUI.

 

O site do programa já está selecionando galera para ser tatuada. Se você tem um caô qualquer para contar, clique aqui e tente a sorte.

Guga, um vencedor.

Thursday, February 14th, 2008

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Gustavo Kuerten foi o maior jogador brasileiro de tênis de todos os tempos.

Eu tive a sorte de ter acompanhado a sua vitoriosa carreira, injustamente interrompida por problemas físicos.

Eu digo “injustamente”, porque Guga não merecia ter sofrido tanto. Logo ele, que foi um um cara tão determinado na vida e no esporte.

Ele viveu dramas familiares, levava para as quadras e para a vida uma energia muito forte e sempre jogava com raça. Se as pernas e os braços não aguentavam, a cabeça nunca desistia. Em nenhum ponto, em nenhum jogo. Pra mim, essa é a sua grande característica. Ele sempre jogava obstinadamente em nome da honra.

Se dentro das quadras o surfista de saibro era um leão, fora delas ele sempre foi um dos ídolos mais doces, humildes e atenciosos com as pessoas – o que também coloca Gustavo Kuerten como um dos maiores do mundo.

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Guardo com carinho a lembrança dos seus 3 títulos de Roland Garros e as batalhas da Copa Davis. Em 2002, eu estive no Clube Marapendi vendo Guga em ação, durante uma Copa Davis contra Marrocos (eu acho). Foi um verdadeiro espetáculo de técnica e emoção.

Guga ganhou 31 campeonatos (em 42 disputados). O mais incrível nem eram somente as suas 358 vitórias, mas as suas derrotas. Ganhando ou perdendo, Guga sempre foi heróico. Suas partidas eram especiais, independente do resultado.

Ontem ele se despediu das quadras, no Brasil Open – depois de ter perdido facilmente para adversários mal colocados no ranking da ATP. Falando assim, poderia parecer melancólico, se não fosse o grande Gustavo Kuerten.

Seu discurso cortante de despedida foi histórico, emocionante e honesto.

” Não é que eu não queira realmente jogar mais, eu peço desculpa, mas é que realmente eu não consigo mais.”

<a href="http://youtube.com/watch?v=_MJRPhZ1tIQ">http://youtube.com/watch?v=_MJRPhZ1tIQ</a>

Muito obrigado por tudo, Guga.

Tropa de Elite para gringos

Tuesday, February 12th, 2008

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Estava lendo que o filme “Tropa de Elite” foi recebido com alguma frieza no Festival Internacional de Cinema, em Berlim.

Na matéria, a culpa vai praticamente toda para a tradução – o que é uma besteira, um argumento bobo e míope.

Acho que esse filme não vai fazer sucesso mesmo, porque é uma “inside joke” (sic) essencialmente brasileira.

Tropa não é como Cidade de Deus, que chegou a ir bem nos EUA. A construção desses dois filmes é bem diferente. Cidade de Deus tem a fotografia, a edição e a narrativa que ajudam muito para os entusiastas de filmes “bangue-bangue” de hollywood.

Tropa de Elite é um road movie que fala sobre um problema social e político que os gringos simplesmente passam longe de compreender. Eles não fazem a menor idéia do que é um Estado nojento, corrompido. Eles não sabem muito menos o que é o poder paralelo na mão de traficantes que barbarizam a população e saem impunes fazendo bondes pelas ruas da Cidade Maravilhosa.

A visão dos europeus e até dos americanos sobre as drogas é muito mais do ponto de vista de usuários. Eles são os maiores importadores dessa mercadoria e estão bem longe (literalmente) dos seus principais efeitos colaterais.

Se os produtores de Tropa de Elite realmente quisessem fazer desse filme um sucesso internacional, eles deveriam começar por países próximos à essa realidade, como por exemplo a Colômbia. Mas esses países não possuem tradição em festivais de cinema.

Se o Zé Padilha quer ganhar respeito internacional, basta ele seguir o caminho do Fernando Meirelles. Ele tem talento de sobra como Diretor.

Tropa de Elite é um fenômeno brasileiro e isso deveria bastar. Dificilmente outro filme será capaz de obter tanta popularidade e trazer tanta contribuição cultural (como as gírias e os personagens).

Tropa de Elite é trágico e cômico – e apenas nós, brasileiros somos capazes de entender o seu significado pleno, assim como só nós sabemos o significado da palavra “saudade”.

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Em 16/02/2008, às 21:42.

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Nossa, quebrei a cara…”Tropa de Elite” acabou de receber o Urso de Ouro no festival de Berlim. Que fantástico!!

O Urso de Prata foi para o filme “Sangue Negro”, que tem 8 indicações para o Oscar.

Legal!!!

Parabéns, Zé Padilha…saudações rubro-negras!!

Grammy 2008

Monday, February 11th, 2008

Ontem teve a 50a edição do Grammy Awards, em Los Angeles.

Diferente do ano passado, que teve The Police como show surpresa, nesse ano não teve nada assombroso. Talvez o duo entre Alicia Keys e Frank Sinatra, ou a parceria de Kanye West com os franceses vestidos de robô do Daft Punk ou ainda o interessante encontro entre as mulatas sargentelianas Tina Turner e Beyoncé, mas não dá para comparar com a loucura que tomou conta do Staples Center quando Stewart Copeland, Andy Summers e Sting subiram ao palco. Naquela noite, eu demorei muito a dormir…

Mas voltando ao Grammy desse ano…eu esqueci completamente e acabei não assistindo. Tirando o fato de um disco de Jazz (Herbie Hancock) ter sido eleito o disco do ano – não teve nenhuma grande surpresa (pelo menos no que importa pra mim).

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Foo Fighters ganhou como o melhor álbum de rock (Echos, Silence, Patience & Grace). Já falei desse álbum aqui e ele também está entre os meus preferidos de 2007. Li que a apresentação deles foi fantástica, com a participação da filarmônica, regida por ninguém menos que o baixista John Paul Jones do Led Zeppelin. A música “The Pretender” também é uma das minhas favoritas do ano passado (na hora de fazer a lista, fiquei entre ela e a ótima ”Long Road To Ruin”, mas “The Pretender” foi escolida porque é uma clássica do Foo Fighters, com Dave Grohl rasgando nos vocais).

Amy Winehouse, barrada na festa (teve visto negado), participou via satélite e ganhou praticamente tudo que disputou. Ela realmente foi o grande destaque do ano passado. Também já falei sobre ela aqui e, assim como o disco do Foo Fighters, “Back To Black” estava na minha lista de melhores de 2007. Ontem ela ganhou os prêmios de “canção do ano”, “revelação”, “gravação do ano” e “álbum de pop vocal”. O produtor do disco Back In Black, Mark Ronson, também ganhou merecidamente o Grammy de produtor do ano (o disco dele “Version” também é legal).

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Uma coisa que eu definitivamente não entendo é o White Stripes. Acho chato demais a egotrip do Jack White e sua irmã sujinha/gostosinha Meg. Depois de sei lá quantos álbuns lançados (acho que uns 5 ou 6), eu só consigo gostar de duas ou três músicas. Ontem o Icky Thump ganhou o prêmio de “álbum alternativo”. Um pouco demais, né…? Por que não davam esse prêmio para a Feist (que participou da festa tocando “1234″)? Seria muito mais justo.

Também acho que a princesinha Julieta Venegas deveria ter ganhado algum prêmio de música latina. Mas esse pode ser um nome para os próximos anos.

Infelizmente o The Killers não ganhou nada. A razão é meio óbvia, porque “Sam´s Town” é de 2006 e o último (e excelente) disco deles, “Sawdust” saiu bem no finalzinho do ano. Enfim…acho que não deu tempo. Mas eles continuam sendo, na minha humilde opinião, a melhor banda de 2007.

Segue a lista com indicados e vencedores das categorias mais interessantes:

Gravação do ano
Irreplaceable – Beyoncé
The Pretender – Foo Fighters
Umbrella – Rihanna Featuring Jay-Z
What Goes Around…Comes Around – Justin Timberlake
Rehab – Amy Winehouse
• Vencedor: Rehab – Amy Winehouse
• Meu preferido: The Pretender – Foo Fighters
 

Disco do ano
Echoes, Silence, Patience & Grace – Foo Fighters
These Days – Vince Gill
River: The Joni Letters – Herbie Hancock
Graduation – Kanye West
Back To Black – Amy Winehouse
• Vencedor: River: The Joni Letters – Herbie Hancock
• Meu preferido: Echoes, Silence, Patience & Grace – Foo Fighters 

Música do ano
Before He Cheats – Carrie Underwood
Hey There Delilah – Plain White T’s
Like A Star – Corinne Bailey Rae
Rehab – Amy Winehouse
Umbrella – Rihanna Featuring Jay-Z
• Vencedor: Rehab – Amy Winehouse
• Meu preferido: Rehab – Amy Winehouse

Revelação
Feist
Ledisi
Paramore
Taylor Swift
Amy Winehouse
• Vencedor: Amy Winehouse
• Meu preferido: Amy Winehouse (com menção honrosa para Feist)

Melhor performance vocal Feminina (pop)
Candyman – Christina Aguilera
1234 – Feist
Big Girls Don’t Cry – Fergie
Say It Right – Nelly Furtado
Rehab – Amy Winehouse
• Vencedor: Rehab – Amy Winehouse
• Meu preferido: Rehab – Amy Winehouse

Melhor performance vocal Masculina (pop)
Everything – Michael Bublé
Belief – John Mayer
Dance Tonight – Paul McCartney
Amazing – Seal
What Goes Around…Comes Around – Justin Timberlake
• Vencedor: What Goes Around…Comes Around – Justin Timberlake
• Meu preferido: Nenhum, mas reconheço o valor do Justin Timberlake.

Melhor performance de grupo
(You Want To) Make A Memory – Bon Jovi
Home – Daughtry
Makes Me Wonder – Maroon 5
Hey There Delilah – Plain White T’s
Window In The Skies – U2
• Vencedor: Makes Me Wonder – Maroon 5
• Meu preferido: Hey There Delilah – Plain White T’s 

Melhor album pop
Lost Highway – Bon Jovi
The Reminder – Feist
It Won’t Be Soon Before Long – Maroon 5
Memory Almost Full – Paul McCartney
Back To Black – Amy Winehouse
• Vencedor: Back To Black – Amy Winehouse
• Meu preferido: Back To Black – Amy Winehouse

Melhor performance vocal (rock)
Timebomb – Beck
Only Mama Knows – Paul McCartney
Our Country – John Mellencamp
Radio Nowhere – Bruce Springsteen
Come On – Lucinda Williams
• Vencedor: Radio Nowhere – Bruce Springsteen
• Meu preferido: Come On – Lucinda Williams

Melhor performance de banda (rock)
It’s Not Over – Daughtry
Working Class Hero – Green Day
If Everyone Cared – Nickelback
Instant Karma – U2
Icky Thump – The White Stripes
• Vencedor: Icky Thump – The White Stripes
• Meu preferido: Working Class Hero – Green Day

Melhor performance Hard Rock
Sweet Sacrifice – Evanescence
The Pretender – Foo Fighters
I Don’t Wanna Stop – Ozzy Osbourne
Sick, Sick, Sick – Queens Of The Stone Age
The Pot – Tool
• Vencedor: The Pretender – Foo Fighters
• Meu preferido: The Pretender – Foo Fighters (e bem feliz por ter aparecido o Queens of The Stoneage)

Melhor música de rock
Come On – Lucinda Williams
Icky Thump – The White Stripes
It’s Not Over – Daughtry
The Pretender – Foo Fighters
Radio Nowhere – Bruce Springsteen
• Vencedor: Radio Nowhere – Bruce Springsteen
• Meu preferido: Bruce Springsteen só pode ser sacanagem. Aqui é “The Pretender – Foo Fighters”…fácil, fácil.

Melhor álbum de Rock
Daughtry – Daughtry
Revival – John Fogerty
Echoes, Silence, Patience & Grace – Foo Fighters
Magic – Bruce Springsteen
Sky Blue Sky – Wilco
• Vencedor: Echoes, Silence, Patience & Grace – Foo Fighters
• Meu preferido: Echoes, Silence, Patience & Grace – Foo Fighters

Melhor disco alternativo
Alright, Still… – Lily Allen
Neon Bible – Arcade Fire
Volta – Bjork
Wincing The Night Away – The Shins
Icky Thump – The White Stripes
• Vencedor: Icky Thump – The White Stripes
• Meu preferido: Neon Bible – Arcade Fire