Archive for July, 2007

ATENÇÃO: Terremoto no Ceará

Friday, July 27th, 2007

O meu amigo PG mandou essa piada ótima.

Como hoje é sexta, acho apropriado um assunto mais leve, né?

TERREMOTO NO CEARÁ

O recém-criado Centro Sísmico Nacional, poucos dias após estar em funcionamento, já detectou que haveria um grande terremoto no Nordeste do país.

Assim, enviou um telegrama à delegacia de polícia de Icó, no interior do Estado do Ceará. Dizia a mensagem:

“Urgente.

Possível movimento sísmico nessa zona.

Muito perigoso.

Superior Richter 7.

Epicentro a 3 km da cidade.

Tomem medidas e informem resultados com urgência”.

Somente uma semana depois, o Centro Sísmico recebeu um telegrama que dizia:

“Aqui é da Polícia de Icó.

Movimento sísmico totalmente desarticulado.

Richter tentou se evadir, mas foi abatido a tiros.

Desativamos as zonas. Todas as putas estão presas.

Epicentro, Epifânio, Epicleison e os outros cinco irmãos estão detidos.

Não respondemos antes porque houve um terremoto da porra aqui.”

Aware Records: luz no fim do túnel para a indústria fonográfica

Tuesday, July 24th, 2007

Tem alguns anos que eu descobri a Aware Records.

Nessa minha fixação por entender os rumos e o futuro da indústria fonográfica, eu pesquisei bastante para achar um case vencedor, no meio de tantas notícias ruins – e foi exatamente assim que descobri um cara chamado Gregg Latterman e a sua Aware Records.

É bem verdade que o modelo de negócios deles é bem sucedido porque ele utiliza as características do mercado americano, mas ainda assim eu acho que há uma luz no fim do túnel para as gravadoras – é só uma questão gritante de miopia.

A história começa em 1993, com um consultor da Coopers & Lybrand, que ganhava a vida garimpando empresas de nova tecnologia para investir. No auge de uma crise existencial, Gregg resolveu largar tudo para dar aulas de Ski (ele foi campeão desse esporte poucos anos antes). Quando o inverno acabou, Gregg não sabia bem o que fazer.

Ele é um daqueles caras que sempre esteve envolvido com música, com um CD debaixo do braço para mostrar aos amigos sua mais nova descoberta, falando: - Cara, você tem que ouvir esse som!!

[Para quem me conhece, as nossas semelhanças param por aí.]

A idéia genial que ele teve foi de criar um selo, onde as pessoas pudessem encontrar uma referência para boa música, independente de conhecer o artista. É como se ele “autenticasse” o que era bacana (assim como a Sub Pop havia feito com a cena grunge em Seattle).

Mas para que isso pudesse fazer sentido, ele precisava de um bom casting e obviamente de distribuição. Foi aí que ele teve a sua primeira grande sacada.

Ele reuniu as suas “apostas” em uma coletânea, que ele bancou do seu próprio bolso. O acordo com as bandas (todas elas independentes) era que elas iriam divulgar a coletânea em shows, fazendo um número de eventos em parceria com as outras bandas da coletânea.

Era mais ou menos assim: como tinham bandas de diversas cidades, o intercâmbio era a regra número um. Desse jeito, as bandas começavam a compartilhar público e aumentar a legião de fãs de uma forma totalmente orgânica. Era trabalho de formiguinha mesmo – e autêntico até o talo.

O trabalho de Gregg era basicamente promover esses eventos, fazendo divulgação na cena local. E foi aí que ele teve a sua segunda (e maior sacada). Além de trabalhar para estabelecer um bom network com diretores de rádios e de televisões locais, Gregg começou a montar um time de divulgação dentro das universidades. Esse time de divulgação recebia todo tipo de material (flyers, lambe-lambe, material de merchandising, ingressos do evento e até discos das bandas).

Igual ao consagrado modelo “door-to-door” da Avon, a Aware começava a montar o seu exército de revendedores, sem precisar estar em pontos de vendas tradicionais (as grandes – e cada vez maiores – lojas de discos).

E assim o negócio começou a render bons frutos.

A relação com os artistas também era bem peculiar. Quando algumas bandas dessas coletâneas começavam a despontar, a Aware lançava um disco exclusivo. Ao invés de bancar estúdios caros e dar “advanced” pela obra, Gregg alugava vans ou micro-ônibus, para que esses artistas estivessem em turnê, o tempo todo. Se os shows fossem bem sucedidos, haveria fluxo de caixa para alimentar os custos da turnê e também de divulgação.

Cerca de três anos após ter aberto suas portas (na verdade a empresa começou na sua própria casa), a Aware foi contratada pela major Columbia / Sony, como um selo satélite, de desenvolvimento de novos talentos.

A Aware já fez mais de 10 coletâneas, todas vendendo muito bem e já revelou grandes nomes para a cena pop rock americana: John Mayer, Matchbox 20, Hootie & Blowfish, Shawn Mullins e Train (entre outros).

A rede de representantes ultrapassa a barreira das 1500 pessoas, em 45 estados (cerca de 400 cidades).

Aí eu pergunto: será que não existe saída para a indústria?

Confusões no PAN

Monday, July 23rd, 2007

Eu acho o fim da picada essas vaias que estão rolando para os atletas cubanos. Isso é coisa de gente mal educada e mesquinha. Nesse domingo passado teve gente que vaiou até o hino adversário.

Tudo que estava indo tão bem, em termos de organização e comportamento, fica manchado com esse tipo de coisa.

A vaia como instrumento de pressão durante uma disputa esportiva é genuina, mesmo porque os brasileiros são passionais e torcem mesmo, com todas as forças. Não interessa se é futebol, esgrima ou judô. Mas, a partir do momento em que um atleta conquista a vitória, os aplausos são mais do que merecidos – pelo esforço e pela vitória. 

Outro episódio lamentável foi a pancadaria com os cubanos no judô. O culpado de tudo foi o árbitro que garfou a brasileira dando uma punição injusta no Golden Point. Com isso a brasileira perdeu a disputa pela medalha de ouro e a torcida ficou revoltada. Até o Aurélio Miguel, que etava comentando para a Globo entrou na confusão. Só espero que esse tipo de coisa também não seja lembrada no saldo final da competição.

The Perfect Pitch – Jon Steel.

Saturday, July 21st, 2007

Eu tendo a rejeitar livros técnicos, porque acho um tédio. Eu simplesmente começo a sabotar a leitura, pulando inicialmente parágrafos, tópicos e até mesmo capítulos, conforme o assunto vá se esgotando para mim. Honestamente, acho que qualquer livro técnico poderia ser resumido em 1/3 das páginas que são efetivamente publicadas.

“The Perfect Pitch”, escrito por Jon Steel poderia ser mais um livro desses, se não tivesse sido recomendado pelo Julio Ribeiro aos executivos da Talent. Não só pela indicação do Julio, mas talvez esse tenha sido um dos livros que eu menos tenha “roubado no jogo”, porque gostei do estilo do autor – e encontrei bons argumentos ao longo da leitura.

Jon Steel é um publicitário experiente, que trabalhou na área de planejamento de grandes agências e – segundo ele – ganhou cerca de 90% das concorrências em que esteve envolvido. Acho difícil, mas gosto dessa presunção (isso é coisa de “bullshiteiro” profissional).

Em “The Perfect Pitch”, a grande lição é como fazer apresentações vencedoras, ou ainda, de como “salvar o mundo das apresentações ruins”.

O próprio Jon Steel pergunta: qual foi o argumento mais poderoso e persuasivo que você ouviu? E ele mesmo já responde que é praticamente impossível que isso tenha acontecido em uma sala de reunião.

A verdade é que nesse exato momento em que você está lendo esse texto aqui no BULLSHITANDO, muitas pessoas estão fazendo apresentações. Não apenas os executivos de empresas ou publicitários, Jon Steel cita técnicos de futebol, políticos, militares, médicos, advogados ou professores.

A Microsoft estima que diariamente, são criadas mais de 30 milhões de apresentações em Power Point. Você acredita nisso? E de fato, vale a reflexão proposta por Steel: quantas dessas apresentações são relevantes? Quantas são realmente inspiradoras? Não precisa ser um gênio para concluir que apenas uma pequena minoria deve superar a barreira da mediocridade.

Mas, então…como fazer para ser parte dessa minoria? Como conseguir fazer algo que represente alguma mudança na vida das pessoas, ou ainda – que cause uma reação positiva na platéia?

O princípio da coisa está em saber contar histórias, entretendo as pessoas enquanto seres humanos – independente dos seus cartões de visitas.

Apresentações costumeiramente estão relacionadas a situações de pressão. O medo de errar diminui consideravelmente as chances de acertar. E, por isso, é fundamental manter a lucidez. O apresentador precisa estar orientado a buscar a resposta perfeita. Essa resposta muitas vezes está na capacidade de saber ouvir o seu interlocutor, de ir além do briefing.

O sucesso também está proporcionalmente relacionado ao nível de detalhes a que você tem conhecimento (e não ao que você expõe em uma apresentação). Aliás, esse é um outro ponto importante: sair das armadilhas do perfeccionismo. Uma apresentação muito detalhista é um verdadeiro caos para a audiência. O apresentador não precisa provar que sabe tudo sobre um assunto, mas ele precisa estar seguro da sua proposta. Detalhes são sempre muito chatos. Menos é mais.

A apresentação não se resolve isoladamente na forma ou mesmo na capacidade de oratória do apresentador. O que realmente importa é que as pessoas entendam o que está ali – e ao invés de elogiar a forma ou o orador, que eles concordem com o tema ou mesmo sintam-se desafiados a participar daquilo que foi apresentado. A palavra chave é: envolvimento.

E, Steel finaliza afirmando que quando a apresentação é bem sucedida, a audiência não ouve o que o interlocutor está dizendo, mas instintivamente interpreta o significado do tema na sua própria vida.

Sem fórmulas, clichés ou “passo a passo”, “The Perfect Pitch” é recheado de bons exemplos como o julgamento de O.J. Simpson, os discursos de Bill Clinton, um briefing espetacular passado pessoalmente por Steve Jobs, dezenas de “pitches” (concorrências) de grandes contas publicitárias e o que esteve por trás de diversas campanhas.

O livro não foi traduzido aqui no Brasil, mas vale uma visitinha na Amazon. http://www.amazon.com/Perfect-Pitch-Selling-Winning-Business/dp/0471789763/ref=pd_bbs_sr_1/104-4423802-5476742?ie=UTF8&s=books&qid=1185037743&sr=8-1

Mais uma tragédia em Congonhas

Wednesday, July 18th, 2007

O dia 17 de julho será lembrado como um dia de enorme tristeza.

A nova tragédia com o avião da TAM desperta todo tipo de reação em todos os brasileiros. Do meu lado, além da enorme consternação em ver tanta dor, tento ser o mais objetivo possível. As coisas precisam entrar no eixo e não adianta ficar fazendo CPI estapafúrdias disso ou daquilo. Tem muita gente morrendo e as providências precisam ser tomadas.

O nosso governo está com o caixa transbordando de dinheiro e tem a obrigação de assumir responsabilidades. Não sou especialista no assunto, mas faço aqui uma pequena lista de cinco providências que deveriam ser tomadas imediatamente:

1) Início de construção de mais dois aeroportos para atender os vôos domésticos em São Paulo. A obra deve ter caráter misto, trazendo a iniciativa privada (nacional ou internacional) para o projeto. Prazo para inauguração: 1 ano. O mesmo deveria ser feito no Rio de Janeiro, para mais um aeroporto.

2) Aumentar o número de companhias aéreas em solo nacional, abrindo eventualmente concessão para as empresas estrangeiras. Essa decisão visa reduzir o custo abusivo de passagens aéreas e garantir competitividade entre as empresas, qualificando inclusive os profissionais e equipamentos (aeronaves) utilizados.

3) Criar alternativas de transporte VLT (trem bala) nos seguintes trajetos: SP-RJ, SP-MG, SP-PR e SP-SC. Da mesma forma que os aeroportos, a iniciativa privada (nacional ou estrangeira) deverá poder ter envolvimento nesse tipo de empreendimento e o prazo para execução deverá ser reduzido ao máximo.

4) Privatizar imediatamente o espaço aéreo nacional. Os controladores de vôo precisam ser considerados como profissionais de alta responsabilidade, sendo devidamente remunerados para isso.

5) Fazer um investimento nas empresas aéreas, para reciclagem e recuperação de equipamentos (aeronaves) e equipe técnica. Não sei exatamente quais são as taxas e impostos cobrados das empresas aéreas (mas tenho certeza que são muitos). A idéia aqui é fazer uma permuta, trocando impostos por exigência de qualificação dos profissionais ligados às empresas de aviação civil, assim como do equipamento utilizado.

O que aconteceu nessa terça-feira negra foi uma verdadeira lástima. Uma mistura de precariedade nas condições da pista de pouso do aeroporto unida provavelmente à falha humana do piloto que provavelmente tenha se assustado e arremetido após a aquaplanagem da aeronave. A minha impressão é que esse acidente era inevitável, mas as dimensões foram bastante aumentadas com uma decisão equivocada do piloto. Resumo da ópera: mais de 200 pessoas mortas e uma sensação de impunidade e dor que não acabam.

Deixo aqui a minha solidariedade e sentimento às famílias das vítimas.

 

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Revista Playboy: as 5 melhores de todos os tempos

Tuesday, July 17th, 2007

Sei que isso é um sério risco de retaliações severas da minha patroa, mas não consigo resistir à essa tentação…

Estava lendo o post de um amigo (www.lucasdantas.com) e ele levantou a bola que está rolando uma onda de fazer listas com as cinco melhores revistas que a Playboy já fez.

Ele ainda ficou na dúvida de considerar outros conteúdos que não necessariamente a modelo principal, mas eu não tenho essa dúvida. É bem verdade que essa é uma boa desculpa na hora de comprar a revista, mas não é isso o que fica para a posteridade.

Eu, que sou um listeiro assumido (inspirado pelo grande Nick Hornby), não posso me omitir. Vamos à minha lista (sem ordem de preferência).

· Luciana Vendramini (1987): possivelmente essa seja uma unanimidade entre os adolescentes da década de 80.

· Luciana Vendramini (2003): como é que pode uma mulher continuar impecável 16 anos depois? Luciana Vendramini é um fenômeno mesmo…

· Luma de Oliveira (2001): 13 anos depois da sua primeira aparição, ela veio melhor…muito melhor.

· Luma de Oliveira (2005): 4 anos depois ela veio ainda melhor que a úlitma vez – e virou café com leite em qualquer lista.

· Juliana Paes (2004): essa é a morena mais exuberante do Brasil. Em 2004, essa edição foi o principal assunto dos brasileiros por muito tempo.

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Menções honrosas para:

· Adriane Galisteu (1995): o merchandising com a Gilette Sensor fez história.

· Carla Perez (2000): a terceira vez da loira, teve muito mais “tchan” e silicone…

· Marina Lima (1999): a sapata mais sensual da história do rock brasileiro.

· Feiticeira (1999): a primeira, com veuzinho – foi um alvoroço de vendas. Foi mal aí, Belfort!

· Fernanda Paes Leme e Barbara Borges (2005): duas globais da nova geração. Difícil escolher a melhor…

· Karina Bacchi (2006): ela poderia estar na lista das 5 melhores, principalmente pelo piercing – é claro.

· Flavia Alessandra (2006): é uma das mulheres mais bonitas da atualidade, que casou com o debilóide-mor Otaviano Costa. Vai entender…

· Kelly Key (2002): eu babei, baby.

Domingo de ouro

Monday, July 16th, 2007

Hoje só deu Brasil!

Não estou no Rio de Janeiro, então não dá para ser preciso no que vou dizer, mas estou achando esses três dias iniciais de Jogos Panamericanos, sensacionais. Estádios modernos, arenas cheias e uma vibração fantástica.

O dia de hoje começou com a vitória do Diogo Silva no Tekwondo. Dono de uma típica história de lutador, Diogo saiu das ruas de São Vicente e encontrou na disciplina das artes marciais, uma forma de ter uma chance na vida.

Acompanhei as lutas de hoje e vi ele chegar sobrando na disputa do ouro. A luta final foi um verdadeiro massacre sobre o peruano.

Sua vitória foi incontestável e emocionante. Excelente para a galera cantar aquele hino piegas horrível: eu…sou brasileeeeeeeeeeiro…com muito orgulhoooo…com muito amoooooooooor…

 

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Mais ou menos nessa mesma hora da luta, já estava rolando o jogo final da seleção de vôlei pela Liga Mundial contra a Rússia. O time começou muito mal, mas com o talento daquele conjunto e com o técnico que temos, é praticamente impossível de sermos batidos. Isso acontece raramente, e nesse ano já aconteceu uma vez, na semana passada contra a Bulgária (em um jogo que nada deu certo).

Perdemos o primeiro set e vencemos os 3 seguintes, de forma também incontestável.

O país do futebol tem uma seleção de vôlei absolutamente fabulosa, campeã do mundo 7 vezes (5 em seqüência), bicampeã olímpica e provavelmente campeã panamericana daqui há poucas semanas.

Dá gosto ver Giba, Ricardinho, André Nascimento, Gustavo, Serginho, Rodrigão, Murilo, Dante, Anderson e outros como Nalbert, que está machucado e não pôde jogar.

Um detalhe: durante essa disputa da finalíssima emtre Brasil e Rússia, a seleção juvenil brasileira também enfiou um “côco” de 3 a zero na molecada da Rússia. Chato, hein?

 

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Aí, 6 da tarde tinha a final da Copa America na Venezuela. Brasil e Argentina, com o ponteiro do favoritismo totalmente virado para os hermanos, que entraram com o salto alto das dançarinas de tango.

Com três minutos de jogo, o Julio Baptista fez um gol de placa, metendo uma bala no ângulo do Pato Abbondanzieri. E o jogo todo seguiu como um verdadeiro passeio. O time do Dunga jogando uma bola que não dava pra acreditar, marcando em cima os craques Messi e Riquelme – que não viram a cor da bola.

Nunca foi tão fácil ganhar da Argentina. Aliás…já estamos ficando acostumados a vencer os nossos maiores rivais (que me lembram muito as disputas entre Flamengo e Vasco). Bem que a partir de agora, poderíamos aplicar esse mesmo veneno sobre a França, jogando com essa aplicação e garra.

3 a zero, um verdadeiro chocolate para coroar um domingo de ouro – literalmente.

 

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Insanidade viral

Friday, July 13th, 2007

O post de hoje é uma corrente que recebi nessa semana. Não é nova, já vi isso há anos atrás…mas tem a ver com o momento que estou passando.Hoje é meu último dia de trabalho na Talent – e quero deixar uma lembrança muito bem humorada para a galera.A nova fase que se inicia na semana que vem, tem que começar de alto astral para todo mundo.E…mesmo que você não tenha nada a ver com isso, ou mesmo que não me conheça…simplesmente não tem como não rir dessa lista.

COMO MANTER UM NÍVEL SAUDÁVEL DE INSANIDADE

NO ELEVADOR

1. Quando houver só uma pessoa no elevador, dê um tapinha no ombro dela e finja que não foi você.
2. Aperte os botões do elevador e finja que eles dão choque. Sorria e faça de novo.
3. Se ofereça para apertar os botões para os outros, mas aperte os botões errados.
4. Deixe cair sua caneta e espere até alguém se oferecer para pegá-la, então grite: “Ei, é minha!”
5. Leve um Banco Imobiliário e pergunte para as pessoas se elas querem jogar.
6. Quando a porta se fechar, fale: “Tudo bem. Não entrem em pânico. Ela abrirá novamente”.
7. Mate moscas que não existem.
8. Grite: “Abraço grupal!”, então force as pessoas a acompanhá-lo.
9. Faça caretas dolorosamente enquanto bate na sua testa e murmure: “Calem a boca, todos vocês, calem a boca!”.
10. Abra sua pasta ou bolsa, e enquanto olha dentro, pergunte: Tem ar suficiente aí dentro?”
11. Fique quieto e parado no canto do elevador, encarando a parede.
12. Encare outro passageiro por um tempo, e grite com horror: “Você é um deles!”, e recue devagar.
13. Escute as paredes do elevador com um estetoscópio.
14. Faça barulhos de explosão quando alguém apertar um botão.
15. Encare outro passageiro por um tempo, e fale: “Estou usando meias novas”.

NO TRABALHO

1. No seu horário de almoço, sente-se no seu carro estacionado, coloque seus óculos escuros e aponte um secador de cabelos para os carros que passam.Veja se eles diminuem a velocidade.
2. Sempre que alguém lhe pedir para fazer alguma coisa, pergunte se quer que fritas acompanhem.
3. Encoraje seus colegas de sala para fazer uma dança de cadeiras sincronizada com você.
4. Coloque a sua lata de lixo sobre a mesa e escreva “Entrada” nela.
5. Sempre que alguém lhe falar alguma coisa, responda com “isso é o que você pensa”.
6. Termine todas as suas frases com “…de acordo com a profecia.”
7. Ajuste o brilho do seu monitor para o que o nível dele ilumine toda a área de trabalho. Insista com os outros que você gosta desse jeito.
8. Sempre que possível, pule em vez de andar.
9. Mande e-mails para o resto da empresa para dizer o que você está fazendo. Por exemplo: “Se alguém precisar de mim, estarei no banheiro na cabine # 3″.
10. Coloque uma tela de mosquitos ao redor do seu cubículo. Toque um CD com sons da floresta durante o dia inteiro.
11. Faça seus colegas de trabalho lhe chamarem pelo seu apelido, “Duro na Queda”
12. Insista que o seu e-mail é Xena.Princesa.Guerreira@nomedaempresa.com ou Elvis.O.Rei@nomedaempresa.com.
13. Fale para o seu chefe “não, são as vozes na minha cabeça”.
14. Não use pontuações.
15. Desenvolva um estranho medo de grampeadores.
16. Coloque café descafeinado na máquina de café por três semanas. Quando todos tiverem superado o vício a cafeína, mude para expresso.

NO DIA-A-DIA

1. No canhoto de todos os seus cheques escreva “Ref. favores sexuais”.
2. Pergunte às pessoas de que sexo elas são. Ria histericamente depois que elas responderem.
3. Com cinco dias de antecedência, avise seus amigos que você não pode ir à festa deles porque não está no clima.
4. Ligue para o CVV e não fale nada.
5. Quando sair dinheiro do caixa eletrônico, grite.
6. Ao sair do zoológico, corra na direção do estacionamento gritando “Salve-se quem puder, eles estão soltos!”.
7. Na hora do jantar, anuncie para os seus filhos: “Devido à nossa situação econômica, teremos de mandar um de vocês embora”.
8. Todas as vezes que você vir uma vassoura, grite “Amor, sua mãe chegou!”.
9. Quando estiver em um drive-thru, especifique que o pedido é para viagem.
10. Cante junto na ópera.
11. Vá a um recital de poemas e pergunte por que os poemas não rimam.
12. Descubra onde o seu chefe faz compras e compre exatamente as mesmas roupas. Use-as um dia depois que o seu chefe usá-las. Isso é especialmente efetivo se o seu chefe for do sexo oposto.

Clip Putaria do Banzé: Boca do Lixo

Thursday, July 12th, 2007

O Banzé é uma banda de rock aqui de São Paulo. Só tive uma vez com eles, no festival MADA de 2006, no mesmo dia que o Sete tocou. Curti o show deles e também o primeiro disco, que ouvi quando voltei pra SP.

Ontem eu estava conversando com a minha querida amiga Paola Wescher, que é uma das donas da Inker Squat – que produz e empresaria a carreira dos caras. Ela me passou o clip novo que eles fizeram para a música “Boca Do Lixo”.

É bem diferente de tudo que está rolando por aí. É ousado pra cacete – e provavelmente só será visto na internet, porque acho que (INFELIZMENTE) será censurado em tudo que é emissora.

Enquanto não tirarem o link do ar cliquem aí e aumentem o som. É sensacional!!! É o rock!!!!

<a href="http://youtube.com/watch?v=3dMb0Ziq3n4">http://youtube.com/watch?v=3dMb0Ziq3n4</a>

Enquanto isso, no playlist do meu iPod…

Wednesday, July 11th, 2007

Outro dia o Rodrigo Bordini, companheiro aqui da Talent, pediu para eu dar umas dicas de bandas atuais para ele ouvir.

Achei estranho, porque levei muito mais tempo do que normalmente preciso para indicar as 5 bandas mais quentes do meu playlist. Eu estou ouvindo muita coisa e não dá tempo nem de fixar direito quem é quem – mesmo porque eu acabo ouvindo essas bandas enquanto estou na moto.

Acho que acabei sugerindo pra ele coisas como o Bloc Party, Arcade Fire, Arctic Monkeys e Silversun Pickups (minha preferida do momento). Também devo ter falado do novo disco do Smashing Pumpkins. Apesar de serem boas sugestões, eu gostaria de me redimir e dar 10 dicas de bandas legais – e realmente novas – para o meu amigo.

Get Cape. Wear Cape. Fly.

Sam Duckworth, o cara que montou essa banda é tido pela crítica como um dos grandes expoentes da música jovem inglesa. Seu disco de estréia é lançado no meio do ano passado, precisa ser ouvido com atenção. Esse vídeo bacana “Call Me Ishmael” é a música de trabalho. Só uma coisa…Duckworth parece irmão mais novo do cara do Supergrass…

<a href="http://youtube.com/watch?v=_SCTec37deE">http://youtube.com/watch?v=_SCTec37deE</a>

Apples In Stereo

Esses são os veteranos da lista. A banda é do começo dos anos 90, mas eu só fui ouvir agora, há pouco tempo. A grande referência deles era “Beach Boys”, numa onda mais psicodélica e introspectiva. Recentemente fizeram uma opção um pouco mais comercial e lançaram um ótimo disco “Velocity of Sound”, com uma pegada mais punk rock. Eu curti. Esse é o som que eu mais curto “Energy”. Saca só o visual 100% geek do vocalista…

<a href="http://youtube.com/watch?v=B6gSSsCdFeA">http://youtube.com/watch?v=B6gSSsCdFeA</a>

Satellite Party

Uma banda com o sensacional Perry Farrell (Jane’s Addiction / Porno For Pyros) nos vocais e o guitarrista português Nuno Bettencourt (ex- Extreme). Foi um trabalho que levou quase 3 anos para ser lançado. Satellite Party foi um dos grandes destaques do festival de Coachella 2007. Não tem erro…é bom mesmo.

<a href="http://youtube.com/watch?v=Zj3r2BT1yho">http://youtube.com/watch?v=Zj3r2BT1yho</a>

Feist

Mais do que uma versão melhorada da Dido, a canadense Leslie Feist teve uma formação mais roqueira. Foi vocalista de uma banda punk e da banda indie “Broken Social Scene”, até que lançou o seu excelente trabalho solo. Além de cantar muito, toca guitarra de verdade. Tem algumas baladas que estarão entre as melhores desse ano de 2007. Essa tem estilo…e a música “Sacred Heart” que está no link abaixo é uma das minhas preferidas (saca a atitude da moça e o solo bacana que ela encaixa). Tudo ao vivo, sem patifaria…

<a href="http://youtube.com/watch?v=YZZ1Gd5qjc4">http://youtube.com/watch?v=YZZ1Gd5qjc4</a>

The Holloways

Lembra um pouco a onda do Arctic Monkeys, Fratellis, Kooks e várias outras dessa fase muito inspirada de Indie Rock, diretamente de Londres. E…é claro que você tem que ouvir todas essas, bro! Começe sacando o clipe da música “Dancefloor”, o primeiro single do primeiro disco do “The Holloways” – e um dos hits da temporada inglesa.

<a href="http://youtube.com/watch?v=9RXBq2jfBnM">http://youtube.com/watch?v=9RXBq2jfBnM</a>

Jamie T

Acho esse cara um verdadeiro achado. É mais um inglês na minha lista – e, pra variar, genial. Já li que o cara bebe que nem um porco e entra em todo tipo de confusão. Acha guitarra um troço muito difícil de tocar, porque erra as cordas. Por isso prefere tocar baixo. Qualquer semelhança é mera coincidência.

É o rock…é o rock, porra!! E viva a MPB (Musica Popular Britânica)!!!!!!!

<a href="http://youtube.com/watch?v=GjbQ3QP8aho">http://youtube.com/watch?v=GjbQ3QP8aho</a>

Larrikin Love

Um quarteto de Londres que faz uma mistura legal de folk irlandês com indie rock e bluegrass. Dizem que são ciganos. Não sei se é verdade, mas a banda que lançou o seu disco de estréia em setembro de 2006, já anunciou o seu fim. Coisa de gente desapegada mesmo…bom roteiro pro Guy Ritchie dar seqüência em Snatch.

<a href="http://youtube.com/watch?v=t6qSjbR2XZ4">http://youtube.com/watch?v=t6qSjbR2XZ4</a>

Of Montreal

Junto com o “Apples In Stereo”, essa é uma banda com uma certa quilometragem – que eu ainda não conhecia. Tem uns três meses que baixei. No geral, é um lance um pouco mais experimental, que tem uma veia bem psicodélica. Os caras vivem na década de 60 e suas apresentações são famosas pelas insanidades no palco. Dá uma sacada nessa versão para “Crazy” do Gnarls Barkley…

<a href="http://youtube.com/watch?v=YjqIcmBznOc">http://youtube.com/watch?v=YjqIcmBznOc</a>

Paramore

É rock descomplicado com uma gatinha radical fazendo macacadas na frente do palco. É aquele tipo de som legal para ouvir dirigindo na estrada, com aquele solzinho de final de tarde, com o volume estourando os tímpanos e o pé maltratando o acelerador.

<a href="http://youtube.com/watch?v=aCyGvGEtOwc">http://youtube.com/watch?v=aCyGvGEtOwc</a>

Noisettes

Se você curte Yeah Yeah Yeahs, essa é uma excelente dica. Se você não sabe quem são os “Yeah Yeah Yeahs”, baixe logo as duas – vai valer à pena. Já deve ter dado pra perceber que mulher cantando é um grande passo pra me conquistar, né?

<a href="http://youtube.com/watch?v=C91iV8gQb1U">http://youtube.com/watch?v=C91iV8gQb1U</a>