Archive for the ‘O armário do Fred Flinstone’ Category

Bukowski, Hunter Thompson e Hank Moody

Tuesday, March 31st, 2009

californication

Recentemente vi as duas temporadas de “Californication”.

O seriado conta a errática história de um escritor decadente vivendo a meia idade, que fez grande sucesso ao escrever um livro chamado “God Hate Us All” e dali em diante passou a viver os excessos da fama e fortuna e que com isso, acabou arruinando o seu casamento.

Moody passa o tempo todo oscilando entre a vontade de recuperar a sua família, mas não resiste a um “rabo de saia”. Viciado em sexo, bebida, drogas e rock n roll, ele não consegue escrever nenhuma linha do seu novo livro e apronta toneladas de confusões.

Obviamente trata-se de um drama, mas o estilo do personagem canastrão e inconsequente, faz com que Californication seja uma série hilária do primeiro ao último minuto.

Conforme assistia a série, não conseguia esquecer de dois escritores que provavelmente inspiraram bastante o diretor Tom Kapinos a criar o personagem central: Charles Bukowski e Hunter S. Thompson.

bukowski

Bukowski foi um escritor alemão, que fez grande sucesso escrevendo sobre obscenidades, bebedeira e violência. O sucesso de Bukowski foi bem tardio (muito depois dos 40 anos de idade). Por essas e por outras ficou conhecido como “velho safado”. Ele escrevia em prosa e verso sobre a sua própria vida com prostitutas nos becos sujos de Los Angeles, em uma época que a sociedade ainda tinha valores diferentes (começo dos anos 60).

 

hthompson

Mais ou menos na época que o “velho safado” começou a fazer sucesso, surgiu o jornalista Hunter Stockton Thompson, que é tido como o lançador da literatura “Gonzo”, onde ele envolvia-se pessoalmente nas suas histórias e narrava em primeira pessoa episódios recheados de brigas, bebidas, armas, mulheres, drogas, etc.

Seu primeiro sucesso foi quando – a pedido do editor da revista Rolling Stones –  envolveu-se com os Hells Angels e escreveu uma história recheada de contravenções nas estradas da California. Logo na seqüência, no começo dos anos 70 veio o “Fear And Loathing In Las Vegas”, que foi o seu livro mais vendido e consagrou-o para o grande público, em um momento onde o assunto “sexo/drogas” deixava de ser um tabu para as pessoas.

Hunter Thompson suicidou-se em 2005 e a sua nota de despedida, mostrava com clareza o seu estilo cru e quase insensível de viver:

“No More Games. No More Bombs. No More Walking. No More Fun. No More Swimming. 67. That is 17 years past 50. 17 more than I needed or wanted. Boring. I am always bitchy. No Fun — for anybody. 67. You are getting Greedy. Act your old age. Relax — This won’t hurt.”

Qualquer dia desses eu volto a escrever sobre esses loucos adoráveis aqui no Bullshitando.


A Internet é um Convento Cheio de Putas

Monday, March 30th, 2009

Hoje eu vou abrir o espaço do Bullshitando para um amigo meu, que fez um texto muito legal sobre a Internet.

Com a palavra, o grande Fernand Alphen.

No início, ninguém dava muita bola para o que saia na Internet, para o que se falava nos seus inescrutáveis meandros. Era uma molecada que brincava de ser jornalista, publicitário, comediante, cineasta.

A confusão está apenas começando.

A Internet é um megafone

Toda confusão começa com uma boa intenção. A boa intenção de falar a verdade, de ser franco, de ser uma bandeira de oprimidos, incompreendidos. Mas toda causa tem um efeito. Falar o que se quer e bem se entende sempre dá confusão. E falar num megafone como a Internet, mais ainda. E o que era apenas um suspiro de frente para o espelho vira um manifesto público multiplicado ao infinito e sem controle. A vida é assim – e não só na Internet: quem te apoia avisa. Quem não te apoia se vinga sem avisar.

Pra abrir o bico, tem que ter peito

Portanto, não adianta muito bancar o jovem imaculado descobrindo o mundo cruel, o artista inspirado no seu mundo cercado de virtualidades. O mundo não é um aquário cheio de peixes Nemo. Todo mundo tem ideias e, pior, interesses próprios. A inveja é a nossa gasolina. A Internet não é diferente de nada. Ainda que ela possa parecer livre de leis – e em larga medida é – não é livre de gentes, de pessoas. E pessoas podem ser muito mais repressoras do que a mais repressora das leis.

Quinze reais de fama

A imensa possibilidade de liberdade de expressão que a Internet proporciona está na raiz utópica do sucesso dos blogs e que tais. E, por detrás dessa sede de oratória e autoria, tem a vontade de ser visto. E, por detrás da vontade de ser visto, tem a fama e uns trocos.

Mas a confusão começa quando pingam os primeiros dinheiros. Ganhar dinheiro não é tão fácil quanto parece. Não basta dizer coisas inteligentes ou fazer macacadas. Se tem dinheiro envolvido, tem regras e leis e – queiramos ou não – elas devem ser seguidas. Podem espernear, fazer campanhas, mas pintou dinheiro, pintou confusão. Esse povo tão “liberal”, tão “paz e amor” vai se chatear.

Dinheiro e espontaneidade não ornam

E a maior confusão se arma então, quando tudo fica de pernas para o ar.

Os produtores de conteúdo, os da grande mídia, acham que essa “garotada da Internet” pode dar uma renovada. Aí a molecada vai para a grande mídia com aquela farta experiência dos seus blogs e views no YouTube. Se os brothers curtem, a Dona Maria vai curtir.

As agências de propaganda, sedentas de novidades, transferem a presumida liberdade de expressão da Web para a TV. Ao invés de comprar mídia, dá-se uma ajuda de custo àqueles que irão disseminar a mensagem. Uma espécie de suborno à legitimidade.

E as marcas, elas também, começam a achar que o que liga não é fazer propaganda, mas uma espécie de brand content ou qualquer outro anglicismo bacaninha. Tipo Merchandising 2.0

Os heróis dos blogs, porém, começam a ganhar dinheiro das marcas através de suas agências de propaganda. E o dinheiro estraga tudo.

Estraga o conteúdo, que por sua vez estraga a criação publicitária, que estraga a marca. E qualquer estrago é caro, mesmo que tenha custado três tostões.

I’ll Be Back!!

Wednesday, March 25th, 2009

As férias do Bullshitando estão acabando.
Eu não “bullshito” por aqui desde 31 de agosto de 2008. 205 dias.
Caceta!
Ahhh…acho que está na hora de dar as caras novamente!
I’ll be back soon!!
[s], Penna.

O melhor da Blockbuster

Wednesday, August 20th, 2008

Estou de molho em casa sem poder sair por causa de uma operação de nariz e garganta que fiz na sexta-feira passada.

Aproveito para botar em dia o meu lado cinéfilo com idas diárias à Blockbuster. São 3 filmes por dia, interrompidos por antibióticos e anti-inflamatórios.

Dessa leva, dois filmes me chamaram muito a atenção: “Into the Wild” e “Once”.

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Baseado no livro de John Krakauer, “Into The Wild” conta a história (real) de Chris McCandless que, cheio de problemas em casa e recém formado na escola com honras, resolve largar absolutamente tudo em nome da liberdade. Ele doa todo o seu dinheiro, picota seus cartões, queima seu Social Security Number, resolve adotar outro nome, queima suas últimas notas de dólares e larga o seu carro no meio do deserto e some sem deixar nenhuma informação.

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Alex Supertramp (seu novo nome) resolve cruzar os Estados Unidos em direção ao Alaska selvagem.

Aqui cabe uma menção honrosa ao excelente trabalho do diretor. “Into The Wild” poderia ser perfeitamente uma aventura típica de Sessão da Tarde, se Sean Penn resolvesse usar os habituais clichés do cinema americano.

Mas não é nada disso.

O filme é de uma beleza irritante, de uma pureza e de uma sinceridade, que simplesmente não há como não ser pego pelo ideal de liberdade idealizado e vivido por “Alex Supertramp”, mesmo que esse ideal tenha o seu preço.

O sonho da liberdade está ao alcance de qualquer um, basta ter iniciativa.

A grande conclusão (sem estragar o final, para quem não viu ainda) é, que mais do que a conquista da liberdade, o que realmente importa é “compartilhar”.

once.jpg

“Once” está em outro ângulo, bem diferente – em termos de fotografia e até mesmo de história. Ainda assim, também mexeu com sentimentos parecidos de “Into The Wild”.

Filmado na Irlanda, é um filme escuro e melancólico. Conta uma história super simples de um cantor de folk de rua, que conhece uma vendedora de flores tcheca – e juntos acabam gravando um punhado de canções divinas.

Por vezes, o filme derrapa um pouco na fórmula “The Commitments”. Mas há algo mais do que os clipes que inevitavelmente estão lá.

Apesar de não ser uma história totalmente verídica, “Once” é um filme muito verdadeiro. Os protagonistas Glen Hansard e Marketa Irglova realmente existem. O filme é uma versão romanceada da vida de ambos. Glen é o líder da excelente banda “The Frames”. Marketa Irglova é uma pianista independente, que conheceu Glen em um show e juntos compuseram várias músicas, que entraram na trilha de Once. A mais relevante é a linda “Falling Slowly”, que ganhou o Oscar de 2008.

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Por toda sutileza da história, por toda a preocupação em não construir uma historinha de final feliz, e – no meio de muitas canções lindas – “Once” deixa uma mensagem bacana da importância em viver o momento.

Tudo pode parecer impossível e imprevisível. Mesmo quando não há um horizonte muito claro, quando não há perspectivas, ainda assim há a chance de você escrever um capítulo da sua história.

Isso vale pra qualquer um…

Na Irlanda, no Alaska ou no Brasil, não importa a idade e o que você faça da sua vida. Não importam as suas certezas. Um sonho precisa ser vivido.

Sonhos

Saturday, August 9th, 2008

Os sonhos são engraçados.

Foi por causa de um DVD do RPM que na semana passada eu acabei por me tele-transportar para o ano de 1985.

Com incrível nitidez, lembrei de alguns momentos maravilhosos do início da minha adolescência. Durante oito horas eu estive em contato com pessoas que eu nunca mais vi e com algumas outras que continuam fazendo parte da minha vida até hoje – e confesso que senti muitas saudades daquele tempo dourado.

Lembrei daquela sensação quixotesca em acreditar que tudo era possível, bastava ter uma banda de rock e um pouco de coragem. Lembrei dos meus primeiros shows, do baixo muito pesado e das meninas que a princípio pareciam impossíveis de serem conquistadas mas que estavam todas ali na garagem da casa da Tia Joana babando nos nossos shows.

A verdade é que ser um rockstar, mesmo que por alguns quarteirões, era algo inacreditável.

Lembro do dia em que eu estava em uma festa e tinha uma rodinha com uns caras tocando violão. Aí, de repente, tocaram uma música minha, mas eu simplesmente não conhecia aquelas pessoas.

Lembro de um outro dia em que eu estava atravessando uma rua e um negão que eu também nunca tinha visto gritou do outro lado:

-Fala aê Penna!! Graaaaaaaaaande baixista…!!

Acho que esses foram os meus dois momentos mais próximos da glória e que acenderam de forma cristalina na minha lembrança há algumas noites atrás.

O tal DVD do RPM mostra algumas cenas do Mixto Quente, que era um show organizado pela Rede Globo no verão de 85. Era um evento no meio da tarde. Tiveram 3 ou 4 edições, sempre na Praia do Pepino em São Conrado. Eu não deixava de ir nesses shows, que eram gratuitos e sempre muito animados.

O Rio de Janeiro era totalmente viável a bordo de um ônibus circular. Não havia nenhum grande risco e as pessoas estavam todas em uma vibração espetacular naquele verão. As coisas simplesmente davam certo ao meu redor.

O meu time era o melhor do mundo, o rock era a música que TODO MUNDO ouvia e eu vivia cercado de mais de duas dúzias de amigos inseparáveis e de algumas eventuais novas namoradas. O que mais eu poderia querer da vida?

Eu só queria crescer.

De volta à Ditadura?

Saturday, July 26th, 2008

Eu tento evitar usar o Bullshitando para falar de assuntos ligados à minha profissão.

O meu blog nada mais é do que um exercício de liberdade, de falar sobre outros assuntos da minha vida e sobre o que acontece ao meu redor.

Hoje eu vou abrir uma exceção para falar, não sobre a minha profissão (publicitário) que trabalha diretamente ligado com uma marca de cerveja. Quero falar aqui sobre efeitos colaterais do cerceamento imposto pelo Governo, que cada vez mais vem à tona.

Podem apostar que eu não estou defendendo interesses do meu cliente. Definitivamente eu não parto dessa premissa para formar a minha opinião e nem divulgo meu Blog com interesses “eleitoreiros”.

Nessa última semana, completei um ano como Diretor de Atendimento de uma marca de cerveja. Obviamente aprendi muito, do ponto de vista estratégico e empresarial, mas passei também a entender e conviver com os limites impostos à publicidade.

Pode parecer incrível, mas o ofício de fazer publicidade no Brasil (especialmente de bebidas alcoólicas) é um verdadeiro exercício de esquiva de regras e condições.

Há cerca de 15 dias, eu participei do IV Congresso Brasileiro de Publicidade. A classe esteve praticamente toda reunida em prol da liberdade de atuação. Saí do encontro com a nítida impressão de ter participado de um movimento (bastante civilizado) pela democracia.

É praticamente o mesmo grito da sociedade brasileira ao longo dos anos de ditadura. Na teoria a ditadura acabou há mais de 20 anos, mas na prática o que estamos vendo é uma verdadeira afronta de um governo que demonstra claramente a intenção de tutelar os cidadãos.

As restrições ao conteúdo e ao horário nos comerciais de cerveja são apenas a ponta do iceberg. Começam a surgir iniciativas para restringir propaganda de alimentos não saudáveis (sic), de bebidas de baixo teor nutritivo (sic) e até mesmo de brinquedos.

Isso é CENSURA, meus amigos.

É o princípio da Ditadura, que o nosso Presidente, eleito pelo povo tanto lutou contra.

Se o Ministro da Saúde realmente quisesse cuidar da saúde do povo, que tratasse de dar melhores condições nos Hospitais públicos, que tratasse de investir no futuro dos médicos nas Universidades, que cuidasse da dengue e de tantas epidemias bizarras que já deveriam estar devidamente erradicadas em pleno século XXI.

Que fique aqui registrado o meu protesto não como publicitário, mas como um cidadão brasileiro indignado com a desfaçatez e hipocrisia de um Governo autoritário até o caroço.

Que venham dias melhores!

Isabella Nardoni (2002-2008)

Sunday, April 20th, 2008

isabella_nardoni.jpg

Passei as últimas semanas sofrendo muito com a história da pequena Isabella.

Não há como não se envolver com esse drama. Especialmente para mim, que sou pai de uma menina com o mesmo jeitinho, com o gosto parecido e exatamente com a mesma idade. Esse assunto tem me roubado algumas horas de sono, me fez de refém – como se eu conhecesse a pequena menina que morava pertinho daqui de casa e que foi brutalmente assassinada no dia 29 de março.

Tentei não me precipitar, tentei não seguir o caminho óbvio que a mídia tanto nos induz, mas hoje no Fantástico eu assisti a entrevista do pai e da namorada – que são os principais suspeitos do crime – e tirei algumas conclusões.

Como se fosse uma prova de confiança ou mesmo por entender o sentimento que um pai tem pela sua filha, eu tinha resolvido ser o seu “advogado de defesa” nessas 3 semanas agoniantes que passaram, quando ele passou boa parte do tempo preso, sendo massacrado pela Rede Globo, pela Veja e por outros veículos – assim como sua namorada. Parecia tudo muito imposto – e eu me recusei a aceitar isso.

Mas hoje eu não consegui sentir firmeza no pai. Não consegui ver o sofrimento transbordando no olhar de um pai que acabou de perder a filha dessa forma tão estúpida. Durante a entrevista, Alexandre Nardoni pareceu demasiadamente apático e conciliador. A namorada inconsolável falando dúzias de asneiras, também não me convenceu e pareceu ser um álibi perfeito.

Para ser honesto, em uma situação como essa, eu esperava total passionalidade. Eu precisava ver a fúria nos olhos de um pai com sede de vingança. Era fundamental que o momento ali fosse de total descontrole.

Eu não acho pertinente que ele fique dizendo que nunca levantou a voz para a filha (é claro que isso é mentira). Eu não esperava que ele ficasse se esforçando em provar a sua inocência e o seu equilíbrio na vida familiar. Parece cinismo e cagaço de quem pode passar 30 anos atrás das grades.

Na minha visão, a sua inocência poderia ser comprovada se a indignação e a raiva estivessem evidenciadas. Um pai em uma situação dessas, não pode esperar outra coisa do futuro que não seja a justiça – e de preferência com as próprias mãos.

Mas não: Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá passaram o tempo todo preocupados em provar a inocência e em mostrar as doces lembranças da filha que se foi. Pareceu coisa de uma gente doente e arrependida.

Por algum tempo segue a aflição de não saber ao certo o que aconteceu, mas cada vez mais a situação de Alexandre e Anna Carolina vai se complicando.

Como cidadão e como pai, eu espero sinceramente que a justiça seja feita.

Descanse em paz, Isa.

A Life 4 Sale

Tuesday, March 18th, 2008

Um australiano resolveu leiloar a sua vida no Ebay.

Não…não é um leilão suicida, mas o que esse cara resolveu fazer é algo que todo mundo já pensou em fazer, pelo menos durante alguns instantes.

A história é simples: aos 44 anos, o casamento de Ian Usher acabou e ele resolveu se livrar de absolutamente TUDO, de uma só vez.

Eu admiro muito um cara desses. Ao invés de se afundar em crises depressivas e ter que gastar uma fortuna em sertralinas e buspironas, ele resolveu curar a sua enorme tristeza com uma dose cavalar de atitude e coragem.

Não parece ser um golpe de marketing – é só uma história bacana de uma pessoa que conseguiu tudo que queria em termos materiais (casa, carro, moto, jet ski, etc) e em termos sentimentais (foi profundamente apaixonado pela mulher e construiu tudo ao lado dela). Agora ele quer apenas se livrar de tudo que possa causar-lhe alguma amarga lembrança, inclusive o seu próprio emprego. Parece muito justo, não?

<a href="http://youtube.com/watch?v=vb9B21alPGw">http://youtube.com/watch?v=vb9B21alPGw</a>

O leilão vai durar 100 dias e está dividido nas seguintes seções: “estilo de vida”, “veículos”, “amigos” e “casa e conteúdo”.

O cara conta a sua história completa no site http://www.alife4sale.com

Ian quer pegar a grana do leilão e sair pelo mundo absolutamente sem destino.

Eu acho que é esse tipo de gente que acaba sendo feliz.

Eliot Bobão

Saturday, March 15th, 2008

Eliot Spitzer, o governador de Nova York renunciou ao cargo por ter se envolvido com uma prostituta em uma viagem de negócios a Washington.

A acusação é que ele (casado e pai de 3 filhos) envolveu-se com uma rede de prostituição. A leitura correta é a seguinte: o cara tomou umas a mais e foi parar em um puteiro de alto nível. Para não perder a viagem, resolveu traçar uma mocinha interessante de 22 anos. Só que a Polícia Federal descobriu e fez com que ele se sentisse pressionado a entregar o cargo.

(more…)

“CELEBRIDADES”: old school

Friday, March 14th, 2008

Sharon Stone
Precisa falar da Sharon Stone? Eu acho que essa dispensa comentários. Ela é protagonista de uma das melhores cenas da história. Você sabe qual, não é? Pelo amor de Deus…

<a href="http://youtube.com/watch?v=bQ8gi_BK8Sg">http://youtube.com/watch?v=bQ8gi_BK8Sg</a>

A loiraça fatal é estopim aceso – fetiche de 10 entre 10 homens que tenham 30 anos de idade ou mais. Dona Sharon atualmente está com 50 e recentemente vi umas fotos bem caídas dela. Mas pra mim ela continua a Sharon Stone dos anos 90 e é por isso que ela está encabeçando essa lista. O melhor filme dela é o thriller de Paul Verhoeven “Basic Instinct”. Ao longo dos anos 90, ela fez outros EXCELENTES filmes. Você poderá apreciar SS atuando (sempre muito bem) em: “Sliver” (com um dos Baldwin), “Intersection” (com Richard Gere), o western “The Quick And The Dead” (com Gene Hackman, Russel Crowe e Leo diCaprio), a obra prima de Scorsese “Casino” (com Bob Deniro, James Woods e Joe Pesci) e Diabolique (com Isabelle Adjani).

 

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Madeleine Stowe
Definitivamente as minhas listas não são previsíveis. Eu poderia listar a Kim Bassinger aqui. Ou então a Marylin Monroe, ou a incrível Brigitte Bardot, a Bo Derek (nota 10), Jane Fonda ou alguma outra dessas estrelas ultra sexys. Todas essas que eu falei, realmente são demais. Mas hoje eu vou de Madeleine Stowe – que você provavelmente não deve conhecer. Mas deixe que eu faça as honras da casa…
Conterrânea de Sharon Stone, com 5 décadas de vida, Madeleine também “estourou” nos anos 90. Tem uma seqüência de ótimos filmes: “Short Cuts” (1993), “Blink” (1994), “12 Monkeys” (1995), “The General´s Daughter” (1999).
Um outro bom filme, não listado nessa seqüência é o western “Bad Girls” (1994) ao lado de Drew Barrymore, Mary Stuart Masterson e Andie MacDowell. Blockbuster!

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Meg Ryan
Meg Ryan é a Maitê Proença gringa. Rainha de alguns dos (melhores) filmes água com açucar, a loirinha com aquele jeito inofensivo e desprotegido, sempre atraiu a minha atenção. Margareth foi aquela adolescente linda que era rainha de bailes de formatura, a princesinha da sala, etc. Como nos filmes, a donzela sempre acaba com o quarterback do time de futebol da sala, ela foi casada por muito tempo com o ogro Dennis Quaid – que faz bem esse estilo Capitão Caverna. Um belo dia ela resolveu ser mais ousada e deu uma bola nas costas de Mr. Quaid e pegou o Russel Crowe (que faz do Shrek praticamente uma donzela). Meg só parece boazinha…

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Michelle Pfeiffer
Michelle Pfeiffer é clássica. O seu primeiro grande papel foi em “Scarface” (1983), ultra sensual. Fui ver essa obra prima de Brian De Palma somente 4 anos depois de seu lançamento. Aí passei a cultuar essa loura em alguns filmes típicos do Supercine. No cinema pude ver seu talento no filme “Susie & The Baker Boys” (quando ela me conquistou também como cantora), “Frankie & Johnny”com Al Pacino, “Batman Returns” (como a deliciosa mulher gato), entre varios outros. Michelle não freqüenta as notícias de tablóides sensacionalistas – e sua presença aqui no Bullshitando esteve ameaçada por causa disso. Mas não dá para resistir à loura mais bonita de Hollywood da década de 80.

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Julianne Moore
Confesso que eu fiquei em dúvida entre Jodie Foster e Julianne Moore. Mas uma lista de beldades hollywoodianas não poderia deixar de ter uma ruivinha. E, para mim, essa é a melhor ruiva de todos os tempos. Estilosa e charmosa, Julianne Moore já não é mais nenhuma menina (tem 47 anos) e por isso entrou na lista das minhas divas “Old School”. É difícil escolher um papel que eu tenha mais gostado. Ela fez vários filmes. Talvez eu fique com “Boogie Nights” ou “The Big Lebowski”. Tem também o papel de esposa do moribundo em “Magnolia” ou em “Hannibal”, quando ela teve o difícil papel de suceder Jodie Foster como a detetive Clarice. É difícil escolher, mas isso já é uma boa justificativa da sua presença nessa lista.

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